Com a devida vénia ao meu amigo António Jorge Brandão de Pinho
1887.II.16 – A Paróquia de Arouca solicita autorização ao bispo da Diocese do Porto, Dom Américo, para a mudança do Santíssimo Sacramento da igreja de S. Bartolomeu para a igreja do Mosteiro; 1887.IX.01 – Ficam concluídas as obras do actual cemitério da paróquia de S. Bartolomeu, Vila de Arouca. Precede-o: o primitivo cemitério paroquial que se situava frente à Igreja de S. Bartolomeu e, o cemitério da Misericórdia que se situava frente à respectiva Capela, no espaço ocupado, actualmente, pela Praça Brandão de Vasconcelos e Largo Dr. Angêlo Miranda; 1889.VI.26 – É concedida autorização à paróquia de S. Bartolomeu (Vila), para estabelecer a sua igreja matriz no templo do Mosteiro. Para conseguir este desiderato, importante se mostrou a influencia junto do Conde de Castelo de Paiva, Martinho Pinto de Vasconcelos Miranda Montenegro e, dentre outros, a influência do Doutor Inácio Teixeira Brandão de Vasconcelos e António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite, Burgo; 1889.VII.18 – São entregues à guarda e administração da Irmandade os paramentos, alfaias, relíquias, imagens, outros objectos de culto, etc. do mosteiro. (Diário do Governo, n.º158, dessa data); 1890.IX.07 – A Junta de Paróquia de Arouca, resolve fazer um leilão com os móveis, a pedra do campanário e a tribuna da igreja de S. Bartolomeu, antiga Igreja Matriz da Vila; 1891.II.05 – A Diocese do Porto permite a demolição da igreja de S. Bartolomeu, antiga igreja matriz da vila. Encontrava-se edificada onde é a actual Praça Brandão de Vasconcelos; 1894.VII.05 – A Câmara Municipal resolve, por unanimidade, dar o nome de António Teixeira Brandão de Vasconcelos, que foi da Alhavaite (Burgo), à Praça que se acabava de construir no centro da vila; 1897.IV.07 – Dá-se o falecimento do ex-presidente da Câmara António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite. Em sua homenagem foi dado o nome à principal praça da Vila; 1901.I.22 – São encetadas diligências com vista ao estabelecimento de um chafariz na Praça Brandão de Vasconcelos.
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Sem querer o muito respeitoso lugar do José Hermano Saraiva:
1887.II.16 – A Paróquia de Arouca solicita autorização ao bispo da Diocese do Porto, Dom Américo, para a mudança do Santíssimo Sacramento da igreja de S. Bartolomeu para a igreja do Mosteiro; 1887.IX.01 – Ficam concluídas as obras do actual cemitério da paróquia de S. Bartolomeu, Vila de Arouca. Precede-o: o primitivo cemitério paroquial que se situava frente à Igreja de S. Bartolomeu e, o cemitério da Misericórdia que se situava frente à respectiva Capela, no espaço ocupado, actualmente, pela Praça Brandão de Vasconcelos e Largo Dr. Angêlo Miranda; 1889.VI.26 – É concedida autorização à paróquia de S. Bartolomeu (Vila), para estabelecer a sua igreja matriz no templo do Mosteiro. Para conseguir este desiderato, importante se mostrou a influencia junto do Conde de Castelo de Paiva, Martinho Pinto de Vasconcelos Miranda Montenegro e, dentre outros, a influência do Doutor Inácio Teixeira Brandão de Vasconcelos e António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite, Burgo; 1889.VII.18 – São entregues à guarda e administração da Irmandade os paramentos, alfaias, relíquias, imagens, outros objectos de culto, etc. do mosteiro. (Diário do Governo, n.º158, dessa data); 1890.IX.07 – A Junta de Paróquia de Arouca, resolve fazer um leilão com os móveis, a pedra do campanário e a tribuna da igreja de S. Bartolomeu, antiga Igreja Matriz da Vila; 1891.II.05 – A Diocese do Porto permite a demolição da igreja de S. Bartolomeu, antiga igreja matriz da vila. Encontrava-se edificada onde é a actual Praça Brandão de Vasconcelos; 1894.VII.05 – A Câmara Municipal resolve, por unanimidade, dar o nome de António Teixeira Brandão de Vasconcelos, que foi da Alhavaite (Burgo), à Praça que se acabava de construir no centro da vila; 1897.IV.07 – Dá-se o falecimento do ex-presidente da Câmara António Teixeira Brandão de Vasconcelos, de Alhavaite. Em sua homenagem foi dado o nome à principal praça da Vila; 1901.I.22 – São encetadas diligências com vista ao estabelecimento de um chafariz na Praça Brandão de Vasconcelos.
Em 2011.XI.01 por manifesta, ou não, incapacidade dos poucos responsáveis, entrámos na era da modernidade; Consta que até os Deuses abençoaram…
um abaraço
inquieto
Ó inquieto, um abaraço ou um embaraço? nao percebi!?!?
Afinal as datas são da autoria do homem a quem o pedro faz a vénia ou ao José Hermano Saraiva?
Em direito como é que se designa mesmo um crime desses??
LOL
Fui ver ao blog e já está apagado.
A sociedade está podre… copia-se…apaga-se e ainda se fala do cimo da burra. Coitadinho. Que pobreza.
Boa noite Mustafa,
O que é que já está apagado e em que blog?
O pedro não fez uma vénia a um blog para retirar o texto? onde é que ele está?
Boa noite Mustafa,
Eu fiz um link ao blog, não a um post do blog. Apenas identifiquei a pessoa em questão como autor do blog.
O texto que o mesmo escreveu e que eu transcrevi, está num comentário a uma notícia sobre o tema no site do jornal Roda-Viva.
Cumprimentos.
Pedro Sousa
Aproveitando para retribuir a amizade e reconhecer a saudável frontalidade do Pedro Sousa, pergunto aos ilustres anónimos se pretendem concretizar alguma acusação e/ou desejam alguma explicação?
A sociedade está podre, é verdade! Mas, na parte que toca ao anonimato e falta de frontalidade!