O que daqui decorre é que o imposto extraordinário pode ser justificado como medida preventiva – mas não (pelo menos até agora) como panaceia para o tal “desvio colossal” das contas públicas que, face aos dados divulgados pela Direção Geral do Orçamento, pura e simplesmente não existe. Seria bom, portanto, que Passos Coelho e o Ministro das Finanças esclarecessem rapidamente esta questão. Para quem fala sistematicamente em transparência, neste caso há muita falta dela. E nada pior do que irem aos bolsos dos contribuintes com argumentos que a realidade desmente
Nicolau Santos no Expresso
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ora vivam lá!
politics are back!!
ainda bem. fico descansado.
e o meu bolso tb.
mas não sei porquê, fico desconfiado!
a comparar com o vigor que o dito senhor defendia as trapalhadas no BCP…
um abraço
inquieto