PS volta a subir nas intenções de voto.
NOTA: escusam de me insultar pela falta de modéstia… é mesmo para picar. Vá, laranjas e professores mantenham o bom humor… isto são só sondagens.
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo mensal:
PS volta a subir nas intenções de voto.
NOTA: escusam de me insultar pela falta de modéstia… é mesmo para picar. Vá, laranjas e professores mantenham o bom humor… isto são só sondagens.
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“Se uns têm direito à greve, outros têm direito a dar aulas. Por isso tentei manter o
funcionamento da escola e gerir as coisas, como, por exemplo, abrir a cantina mais
cedo para os alunos não irem embora sem comer”, garantiu Adília Cruz, presidente
do Conselho Executivo da Escola Secundária de Arouca.
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Fiquei surpreendido com um texto publicado no DNMadeira, com o Presidente de um Sindicato a ter uma atitude pro-activa e de aviso aos seus filiados. É tão estranho em Portugal que decidi transcrever para aqui:
“As reformas implementadas pelo Governo da República ao nível da Administração Pública e muito em particular o peso que passa a assumir a avaliação do desempenho em termos de progressão na carreira, estão a preocupar o Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública da Região Autónoma da Madeira (STFP). Um pretexto para aquela estrutura sindical levar a cabo ontem, uma acção de esclarecimento destinada aos seus delegados sindicais.
O presidente do SFTP considera que esta reforma governamental “tem muitas implicações para o futuro dos trabalhadores”, porque representa “uma mudança radical” relativamente ao passado, justificando, por isso, uma “atenção muito especial” por parte destes.
A importância que passa a assumir a avaliação do desempenho, sustenta Ricardo Gouveia, “exige uma nova mentalidade” aos funcionários públicos, a quem aconselha, a partir de agora, a abandonarem “a postura de ligeireza” com que, normalmente, encaravam o seu processo de avaliação. Porque, acrescenta, “acabaram as épocas de dar-se boas notas a toda a gente”.
O dirigente sindical lembra, por exemplo, que os aumentos remuneratórios, antes dependentes “do simples decurso do tempo”, passam agora a “estar baseada no mérito” que por seu turno “é extraído dos resultados da avaliação”.
Com este nove cenário, Ricardo Gouveia sublinha que os funcionários públicos “têm de estar preparados para, nos momentos próprios e de acordo com o processo de avaliação, começarem a defender a sua nota desde princípio”.
O presidente do STFP conclui lembrando aos funcionários públicos que, com as novas regras, “a Administração Pública valoriza muito mais o atingir de resultados do que a maneira como os funcionários fazem o seu trabalho.”
DN Madeira – 03-12-2008
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- Onde é que tu estavas? – Pergunta a mãe à menininha.
- No quarto, a brincar aos médicos com o Joãozinho. Ele era o médico e
eu a doente.
A mãe dá um grito e um salto da cadeira….
- Aos médicos!?!
- Médicos da Caixa, mãe… Ele nem me atendeu! dâhâhhh!!!!
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Agora que ficou encurralado, veio ao de cima o verdadeiro Mário Nogueira, ou seja, o membro do PCP. Não que isso seja qualquer mal, mas explica algumas das tiradas do líder da FENPROF.
Quando vem à televisão dizer que qualquer professor com P maiúsculo tem de fazer greve, perdeu a vergonha na cara e exerceu uma pressão inqualificável sobre aqueles que eventualmente não o queiram fazer. Táticas oriundas dos antigos “Quem não está comigo, está contra mim”, num género de fuga para a frente de quem começa a perder o pé.
Aliás, até uma ex-delegada da FENPROF (aqui) deixou de reconhecer mérito a este senhor.
Depois do Ministério ter (com as alterações introduzidas):
- Garantido que os professores, sempre que o requeiram, possam ser avaliados por avaliadores da mesma área disciplinar;
- Deixado de considerar o parametro referente ao progressos dos resultados escolares e à redução da taxa de abandono escolar;
- Promovido a simplificação dos instrumentos de avaliação
- Dispensado, em caso de acordo, a realização de reuniões entre avaliadores e avaliado
- Tornado voluntária a avaliação da componente cientifico-pedagógica;
- Reduzido o número mínimo de aulas a observar
- Clarificado o regime de avaliação dos avaliadores;
- Alargado as acções de formação contínua consideradas na avaliação;
- Melhorado as condições de trabalho para os avaliadores
A FENPROF começou a perceber que já não vai lá com a cantiga de que quer avaliação, e radicalizou o discurso, promovendo, pelos vistos, a divisão entre professores e Professores.
Dá vontade de dizer que um socialista com S maiúsculo devia, cada vez que visse este personagem, dar uma sonora gargalhada.
Já não sei o que será melhor para os professores: a demissão da Ministra ou de Mário Nogueira.
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