“Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”
Fernando Pessoa
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“Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”
Fernando Pessoa
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Comecemos pela parte aborrecida. Paulo Rangel teve um problema de saúde. Segundo o luminoso Sol, o ex-secretário de Estado de Santana Lopes “optou pela suspensão [do mandato de deputado] e não por uma baixa médica porque o tratamento a que se ia submeter não era incompatível com o trabalho, mas sim com as deslocações a Lisboa. Sendo do Porto, Rangel preferiu abandonar temporariamente o Parlamento, mantendo o trabalho no gabinete de advogados e proceder aos tratamentos perto de casa.”
Passemos à parte boa. Ainda segundo o luminoso Sol, quando se aproximam as férias parlamentares, Paulo Rangel (1) suspende o tratamento, (2) retoma o lugar no hemiciclo, (3) entra de férias e (4) passa a receber o vencimento de deputado. Aconteceu duas vezes:
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Jovem, queres ver o teu julgamento adiado?
Estás prestes a ser condenado, mas precisas de mais uns mesitos a respirar?
Fácil… enfarda dois bananos num juiz que ele acagaça-se todo!!
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Global Notícias: “ROUBOS DE COMBUSTÍVEL AUMENTAM EM TODO O PÁIS”
E os líderes do Gang já estão identificados: GALP Naifas; Repsol Gamanço; BP Ponta & Mola
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Nuno Morais Sarmento, actual presidente do Conselho de Jurisdição do PSD, deve pensar que os outros são parvos. Ontem, na Rádio Renascença, disse que se o PSD fosse governo… trocaria o projecto do TGV por… «apoios à emergência social». Uma forma como qualquer outra de reeditar a famosa tese de Barroso: «enquanto houver uma criança numa fila de hospital, não teremos novo aeroporto…» Mas o raciocínio não se aplicava ao TGV, o qual podia coexistir com crianças em filas de hospital. Tanto assim que o XV Governo Constitucional, chefiado por Barroso, aprovou quatro linhas de TGV (uma quinta linha, entre o Algarve e Huelva, ficava dependente de mais estudos). Nesse governo, Nuno Morais Sarmento era ministro da Presidência, Manuela Ferreira Leite ministra de Estado e das Finanças, e Carmona Rodrigues ministro das Obras Públicas. E o executivo que se seguiu, o XVI, chefiado por Santana Lopes, também aprovou quatro. Nesse governo, Nuno Morais Sarmento era ministro de Estado e da Presidência, Bagão Félix ministro das Finanças, e António Mexia ministro das Obras Públicas. Por contraste, o actual governo apenas aprovou duas. Como é que Nuno Morais Sarmento quer ser levado a sério?
daqui: http://daliteratura.blogspot.com
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“Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis já foram convidados a integrar a AMP, mas só deverão aderir depois da nova lei das áreas metropolitanas”, referiu o coordenador de projectos da AMP, Vítor Pereira. (aqui)
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A Pente-Fino chama-se o blog que fica na coluna do lado linkado. Um blog fantástico que se dedica a analisar o nível de disparate, de contradição e de ligeireza com que a imprensa portuguesa vai vivendo.
http://apentefino.blogs.sapo.pt/
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Manuela Ferreira Leite condenou, no congresso do PSD, a “vaga avassaladora de propostas de infra-estruturas que este Governo anuncia”. Parece que isso deixou curioso Mário Lino, que endereçou à presidente do PSD a questão que qualquer pessoa gostaria de lhe ter colocado:
Dada a veemência das suas palavras, era expectável que Ferreira Leite tivesse na ponta da língua as obras descartáveis. Mas a presidente do PSD remeteu-se ao silêncio, que é a sua imagem de marca, e mandou o secretário-geral fazer umas declarações extraordinárias: pedir “compreensão, lembrando que o partido acaba de sair de um Congresso”, pelo que ainda anda à cata das obras supérfluas. A Sr.ª Presidente sabe que há, só não sabe quais.
daqui: http://corporacoes.blogspot.com/2008/06/o-estudo-segue-dentro-de-momentos.html
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Em Abril, o Roda Viva trouxe à primeira página uma história que devia envergonhar o Centro de Saúde de Arouca, sob o título “Grávida de cinco meses desespera por consulta“. Na notícia, a Direcção do Centro considerou a situação grave e prometeu investigar o caso.
Dois meses depois, o inquérito já ditou algo? Ou foi varrido para debaixo do tapete?
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