por Pedro Sousa em 7 de Agosto de 2008
em Arouca
É nos pormenores da Rota do Xisto que se sente que a caminhada vale a pena. Saliente-se a vista para a cascata das Aguieiras, um autêntico miradouro que permite contemplar a queda abrupta das águas de um ribeiro para o rio Paiva, enquanto este serpenteia a montanha. A mais recente proposta pedestre é um trilho com 16 km que chega a cruzar a grande rota por montes e vales de Arouca. Começa na pacata aldeia de Canelas, terra de xisto, junto à Igreja Matriz, seguindo depois pela Rua da Cordoaria, Pirraça e Lugar de Cima. O trajecto inclui a passagem pelo Centro de Interpretação Geológico de Canelas, onde se podem observar os fósseis de trilubites, com milhões de anos.
Por entre caminhos de terra batida, trilhos estreitos e atravessamentos ou curtas passagens pela EN326-1, segue-se por Vilarinho, uma localidade já existente no século IX, como atesta uma placa que muito orgulha os seus poucos moradores. O trilho continua a acompanhar a memória quando se segue o antigo caminho das minas. Pode espreitar-se a mina do Pereiro, um buraco escavado no granito, ainda visitável mas que obriga ao uso de lanterna e muita precaução.
O encanto da paisagem continua a reservar surpresas. Quando se começa a acompanhar o rio até à praia do Vau, local que deslumbra pela paisagem e onde está instalada uma rampa para os barcos de rafting que com regularidade enfrentam as agitadas águas do Paiva. E aí esconde-se maus um apontamento do capricho da natureza: a cascata do ribeiro da Estreitinha, resguardada pela imponência das árvores.
retirado da revista Visão (suplemento visão Sete) de 07/08/2008
por Pedro Sousa em 6 de Agosto de 2008
em País
Só faltava mais esta… depois dos gajos do Clix, da TV Cabo e afins, vão aparecer também os homens do Fisco. Será que tambem virão em carrinhas fazer varrimentos prédio a prédio?
Já agora, quando fizeram as entrevistas de recrutamento, falaram-lhes da necissidade de fazerem prospecção??
aqui: http://diario.iol.pt/economia/portugal-fisco-impostos-dinheiro/978556-4058.html
Para quem perceber bem inglês, umas valentes garagalhadas
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«Quando um jornal perde o respeito dos seus leitores, passa a ser uma questão de tempo saber quando desaparecerá.»
José Manuel Fernandes, Editorial do Público, 02.08.2008,
Ora, ofereceram-me um massagem… daquela sérias, claro. Uma massagem Shiatsu, pelo que dizia o prospecto.
Ora lá fui eu experimentar pela primeira vez…
Tive sorte… saiu-me uma massagista. Não estou seguro que se fosse UM massagista, eu me teria sentido tão à vontade. Ainda bem que não foi preciso esclarecer essa dúvida.
E foi interessante… entre momentos onde realmente aquelas mãos souberam optimamente, até alturas de dor (não vale esticar pernas e braços a quem não faz exercício há mais de uma década) e mesmo alturas em que me dava vontade de rir pelos “exercícios” que estavam a ser feitos (por exemplo, puxar-me os dedos dos pés).
Explicou-me a terapeuta (sim, é assim que se chamam as massagistas a sério) que misturou à massagem Shiatsu ulguns exercícios tailandeses. OK, parece-me bem, ainda que não tenha conseguido perceber a diferença. Ainda de acordo com a terapeuta, tenho as costas com imensa tensão, pelo que preciso mesmo é de uma massagem de relaxamento ou massagem Vichy. OK, tenho de tentar numa próxima oportunidade.
Mas confesso que, no fim , fo bastante agradável e recomendo.
P.S. – Que inveja tenho do namorado/marido/companheiro daquela massagista… aquelas mãos devem operar milagres!!!
por Pedro Sousa em 2 de Agosto de 2008
em País
Se queria apenas dar um recado a alguns, porque é que decidiu falar para todos?