por Pedro Sousa em 18 de Maio de 2008
em País
Com Tapie o Marselha venceu 4 campeonatos seguidos, conquistou o que nunca nenhuma equipa francesa tinha conquistado: a liga dos campeões. Teve jogadores como Cantona, Waddle, Völler, Papin ou Desailly numa longa lista de estrelas treinadas por mestres como Beckenbauer. Entre toda esta potência foram apanhados num escândalo de tentativa de manipulação de resultados contra a pequena equipa do Valenciennes e mais tarde em outras irregularidades financeiras. Perderam títulos ganhos, desceram de divisão. Tapie foi para a prisão. É a vida. Quando há justiça cada um tem o que merece.
daqui: http://cachimbodemagritte.blogspot.com
por Pedro Sousa em 11 de Maio de 2008
em País
«Nos minutos que antecederam a conferência de Imprensa de ontem à noite, verificaram-se cenas lamentáveis à entrada do Dragão. Quando tentavam entrar no estádio, alguns jornalistas foram agredidos e outros apertados por vários elementos ligados à claque dos SuperDragões, furiosos com os castigos aplicados pela Liga ao F. C. Porto e ao presidente da SAD, Pinto da Costa.» [Jornal de Notícias]
daqui: www.jumento.blogspot.com
(ii) ainda bem que aqueles que se julgam superiores estão a sair da PJ – numa instituição que se preze nunca devem mandar os que pensam ser demasiado ilustres para nela terem de obedecer.
daqui: http://blasfemias.net/2008/05/10/ainda-bem/
Alguém da cidade de Osaka, no Japão, veio visitar o PPP. O que terá visto por cá, deixou-o de olhos em bico?
por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008
em País
Nada me incomoda que os médicos queiram ganhar o mais possível desde que não se esqueçam de que como todos os cidadãos deste país têm o dever de lhe dar algo em troca do muito que receberam. O estado deu-lhes a formação, assegurou-lhes emprego certo, proporcionou-lhes a especialidade e a experiência, construiu-lhes hospitais bem equipados, até lhes deu condições para poderem trabalhar no sector privado ao mesmo tempo que podem continuar nos hospitais públicos que lhe proporciona acesso a formação contínua e contacto com novas tecnologias. Em troca estes médicos não dão nada, fazem o mínimo possível nos hospitais públicos para que engrosse as filas nos seus consultórios onde cobram como proxenetas.
daqui: http://jumento.blogspot.com/2008/05/mdicos-oportunistas.html#links
por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008
em País
O desemprego é devastador para todos, mas é-o mais para estas mulheres jovens e de meia-idade. Não é apenas a sua condição económica, a sua condição de vida que é afectada, é também a sua autonomia como mulheres, a sua capacidade de terem no salário e no emprego uma vida e uma dignidade próprias como mulheres, num mundo em que esta afirmação ainda é crucial. Recebida a notificação do desemprego, passado o período da agitação, as notícias e contranotícias de que pode haver um plano de integração na fábrica ao lado, ou a cinquenta quilómetros dali, que pode haver um supermercado que as aceite prioritariamente, que a câmara vai cuidar delas, que os sindicatos vão obter uma melhor indemnização, etc., etc., chega uma altura em que acabou. Acabou mesmo, está desempregada.
Nesse momento, em que o dinheiro que se levava para casa começa a faltar, a mulher começa a fazer contas e a cortar nas despesas. E não corta no pão, no infantário, na luz, na casa, no telemóvel – há-de vir a cortar – corta nas suas despesas, nas despesas consigo. Vai menos vezes ao cabeleireiro, arranja-se menos, compra menos roupa, tudo coisas que parecem fúteis para quem tem tudo, mas que representam um caminho para uma menor auto-estima, um desleixo que pode vir a crescer com os anos, se passar definitivamente de operária a dona de casa. É um caminho invisível, um passo atrás em que ninguém repara a não ser as próprias.
o texto integral aqui
Ser empresário é um acto de filantropia. Os empresários criam valor para os seus semelhantes, criam oportunidades de trabalho e de desenvolvimento pessoal e portanto contribuem, de forma muito significativa, para aliviar todos os males da humanidade que o fariseu tenta resolver com a esmola à saída da missa dominical.
Ser empresário é um acto de heroísmo, um serviço ao colectivo, em face de riscos aparentemente inultrapassáveis. Nos primeiros cinco anos de vida, 90% das empresas vão à falência e, das que sobram, nos cinco anos seguintes, vão à falência mais 90%. Como dizia um “big spender” que passou pelo governo há uns anos, é só fazer as contas: Só 1% das empresas têm sucesso aos 10 anos. E quantas sobrevivem mais de 50? Nem vale a pena responder!
Ser empresário é prestar um serviço público. Os empresários não comem mais hambúrgueres do que nós, parafraseando o Bill Gates, a riqueza que criam serve apenas para gerar mais riqueza. Ou porque é investida ou porque é poupada, permitindo que outros usufruam desse capital. Os liberais pensam que a riqueza gerada pelas empresas dá mais rendimento nas mãos dos empresários, os socialistas defendem que é mais útil nas mãos dos políticos que controlam o aparelho de Estado.
daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/05/filantropia.html
por Pedro Sousa em 10 de Maio de 2008
em País
O líder da bancada do PS, Alberto Martins, foi ontem à reunião do grupo parlamentar socialista pedir maior assiduidade aos deputados nas reuniões do plenário. O dirigente da maioria referiu que o trabalho político nos gabinetes não pode ser usado como justificação para a ausência dos debates parlamentares.
Um alerta feito um dia depois da discussão na Assembleia da República das propostas de lei de segurança interna e organização criminal – um debate onde chegaram estar apenas 25 deputados da maioria socialista e cinco do PSD. Os sociais-democratas foram, aliás, apontados na reunião de ontem como um exemplo que o PS não deve seguir. (aqui)