Filipe Pinhal, convocado pelo PPD/PSD, começa a ser solenemente ouvido na comissão parlamentar. Os deputados do PPD/PSD, com a justificação de que estavam atrasados para uma conferência de imprensa, levantam-se e saem. Sem ouvir o que o ex-presidente do BCP tinha para dizer, o PPD/PSD anuncia, na tal conferência de imprensa, que vai criar uma comissão de inquérito para investigar o que parecem ser “falhas graves na supervisão bancária” e “nas alegadas irregularidades no BCP”. (daqui: http://corporacoes.blogspot.com/2008/02/contado-algum-acredita.html)
O que dizer a isto? Já para não falar da falta de respeito demonstrada, isto revela que estes srs deputados estão-se a marimbar para inquéritos e audições. O que interessa é o show-off… verdade dos factos, o que é que isso interessa agora?
«Depois de ter considerado “excelentes” as condições de trabalho no Parlamento, o jovem deputado social-democrata André Almeida viu-se ontem obrigado a apresentar um pedido de desculpa formal aos seus colegas, por ter feito estas e outras declarações à imprensa.
Eleito pelo círculo de Aveiro, o parlamentar de 30 anos chegou à Assembleia da República há pouco mais de quatro meses para substituir na bancada laranja o ex-líder do partido Marques Mendes.
Em recentes declarações ao Jornal de Notícias, André Almeida confessou que ao chegar à Assembleia da República ficou “surpreendido com o vencimento” auferido pelos parlamentares. “Vi que as ajudas de custo chegam perfeitamente para o que um deputado faz, porque temos condições excelentes”, defendeu. Por tudo isso, decidiu doar 10% do seu ordenado a instituições de solidariedade do distrito de Aveiro, por considerar que essa quantia “faz mais falta” a esses organismos.
Mal-estar. Entretanto, as palavras do jovem deputado causaram mal-estar entre os sociais-democratas e ontem, durante uma reunião da bancada, André Almeida pediu desculpa aos colegas pelas declarações irreflectidas. O puxão de orelhas veio de Agostinho Branquinho que deixou o aviso: os comentários feitos já causaram danos e desculpa alguma vai alterar isso. Aliás, citado pela agência Lusa, o deputado afirmou que as condições nem são assim tão boas, até porque ele teve de esperar um mês e meio só para ter acesso ao correio electrónico. Depois da reunião, Santana Lopes, líder da bancada, deu o caso por encerrado.»
€3.708 é o vencimento base dos deputados a que se soma 10% do salário em despesas de representação mais os abonos de transporte entre a residência e S. Bento.
Notícia de hoje no Jornal Meia Hora (distribuição gratuita)
“Um trabalhador que esteja cansado física ou psicologicamente – porque está mais velho, porque tem problemas familiares, porque trabalhar naquela empresa não era exactamente o que pretendia ou porque se desinteressou do trabalho – deve poder ser despedido por justa causa.”
Gregório Rocha Novo da Confederação Industrial Portuguesa expondo o contributo desta confederação para o Livro Branco das Relações Laborais com vista a uma futura proposta de alteração do Código de trabalho.
inspirado aqui
O jornal “Defesa de Arouca” poderá não chegar a casa dos seus assinantes já na próxima sexta-feira. No entanto, estão ainda a ser feitos esforços por parte do seu Director no sentido de fazer chegar um último número onde se possa explicar o inopinado desfecho que, inevitavelmente, colocará termo à 2.ª série do “Semanário Defensor dos Interesses do Concelho” de Arouca. (link)
Um leitor da revista Visão chamou a atenção para o facto de que o novo aeroporto em Alcochete, se for pronunciado naquele inglês “puro”, com um “o” muito aberto, vai soar a qualquer coisa como Alcoushit.
True??
As notícias que dão conta da desumanidade das juntas médicas são manifestamente exageradas. Ontem mesmo, em carta enviada ao Público, Paulo Teixeira Pinto indica que passou “à situação de reforma em função de relatório de junta médica”. Certamente ainda mal refeito da forma como foi corrido do BCP e da Opus Dei, este banqueiro de 46 anos foi considerado inapto para o trabalho, apesar de já ter arranjado um cargo numa consultora financeira.
PS: Teixeira Pinto nega ter recebido 1o milhões de euros de “indemnização pela rescisão do contrato” com o BCP, garantindo que apenas recebeu a “remuneração total referente ao exercício de 2007”: 9.732 milhões de euros em “compensações” e “remunerações variáveis”. Nada como ser preciso nestas coisas. E pedir ao Estado, através da tão vilipendiada Segurança Social, que lhe conforte as agruras da vida.
daqui: http://zerodeconduta.blogspot.com/2008/01/o-bom.html
O mês ainda não acabou, mas ninguém deve bater esta:
“É o nosso primeiro mártir do hospital“
Presidente da Câmara de Anadia sobre a morte do bébe.
Esta gente não sabe que se deve pensar antes de falar?
[kml_flashembed movie="http://www.youtube.com/v/DqewEr10bR8" width="425" height="350" wmode="transparent" /]