por Pedro Sousa em 9 de Fevereiro de 2009
em País
O último editorial do Expresso é uma leitura obrigatória.
Nesse editorial, o Expresso tente demonstrar que não tem qualquer objectivo em prejudicar José Sócrates. A meio desse editorial pode ler-se:
[...] além do material que publicamos, temos material que recusamos publicar por [entre outras razões] parecerem provenientes de pessoas cuja motivação poderia não ser o simples esclarecimento e informação, mas antes espalhar boatos ou meias-verdades.
Será injusto aferir daqui que, afinal, existem campanhas que se pretendem orquestrar? Não seria útil que o Expresso, tão lesto a quebrar o segredo de justiça, quebrasse o segredo das “fontes” e dissesse quem lhe anda a passar informação, interessado em espalhar boatos ou meias-verdade?
por Pedro Sousa em 9 de Fevereiro de 2009
em País
Naquele seu usual tom cordato e sóbrio, Alberto João Jardim apelou ao voto nas próximas eleições europeias e resumiu a coisa assim: «Precisamos muito mais da União Europeia do que da República Portuguesa.» Com esta referência à República Portuguesa como se nada tivesse com ela, dir-se-ia que estava a falar de um país terceiro. O que me leva a insistir naquilo que já tenho dito: começa a ser tempo de Portugal se tornar independente da Madeira… (in http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/)
Mesmo com estas tretas, o PSD nacional continua a rebaixar-se de forma indecorosa a esse mal-educado e pedante líder madeirense. Um partideco sem “eles no sítio”
por Pedro Sousa em 8 de Fevereiro de 2009
em País
…quando nos apercebemos que existem 115 Níveis Remuneratórios.
Os “coitados” que exercem funções públicas têm remunerações que oscilam entre os 532,08€ e os 6.350,68€.
por Pedro Sousa em 8 de Fevereiro de 2009
em País
O site que tem sido muito publicitado sobre a Guerra Colonial, merece visita.
http://www.guerracolonial.org/intro
A memória não deve ser apagada. O passado não nos deve envergonhar.
por Pedro Sousa em 8 de Fevereiro de 2009
em País
As empresas que agora fecharem, nomeadamente as multinacionais exportadoras, nunca mais vão voltar. A eventual reabertura já será noutro lado. O que significa que os níveis de desemprego para que progredirmos agora, poderão permanecer durante muito tempo nesses valores.
Vitor Bento no Semanário Económico
por Pedro Sousa em 8 de Fevereiro de 2009
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O gráfico anterior dá-nos o último “retrato” disponível da taxa de pobreza em Portugal. No entanto a imagem que daí emerge deve ser complementada com a evolução ocorrida nos últimos anos. Entre 1994 e 2006 a taxa de pobreza em Portugal reduziu-se cerca de cinco pontos percentuais, passando de 23% para 18%.

mais desenvolvido aqui: http://blog.fundacaorespublica.pt/?p=409
por Pedro Sousa em 6 de Fevereiro de 2009
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sim, já são 3 os orgãos de imprensa que fizeram marcha atrás ou que se retractaram quanto ao caso Freeport:
- A Visão informa que afinal não foi encontrado nenhum buraco financeiro ou nem nenhum pagamento de luvas pelo Freeport;
- A revista Sábado dá hoje o dito por não dito quanto a alguns factos publicados na semana passada
- O jornal Correio da Manhã pede hoje “desculpa aos visados e aos leitores” por causa da informação errada sobre a mãe do PM.
POIS, MAS A MANCHA JÁ LÁ ESTÁ…
por Pedro Sousa em 6 de Fevereiro de 2009
em País
Após a publicação das últimas sondagens, o PSD decidiu por em causa as mesmas (apesar de serem 3 as que continuam - mesmo com a tentativa de alguma imprensa de assassinar o carácter do PM – a dar vitória larga ao PS).
Escrevem no site do partido “Infelizmente, a regulação desta actividade, em Portugal, não foi capaz de dar, ainda, os passos necessários para introduzir critérios e boas práticas, tão comuns noutras democratias e que impeçam essas eventuais manipulações de dados“.
Ainda me lembro nas útlimas eleições, quando Pedro Santana Lopes também decidiu ir por esse caminho.
O resultado, felizmente, todos conhecemos.
por Pedro Sousa em 6 de Fevereiro de 2009
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É mais um dado que vem lançar ainda mais confusão para o processo Freeport. Até agora, a polémica andou à volta da aprovação do segundo estudo de impacte ambiental, que deu luz verde ao projecto. Mas, um documento, a que o DN teve acesso, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDTRLVT), de Novembro de 2003, citando a Autoridade de Impacte Ambiental que analisou o caso, realça que o Freeport de Alcochete “não estava sujeito a avaliação de impacte ambiental, mas que por vontade, quer do Ministério do Ambiente quer da Câmara de Alcochete, optou-se por avançar com este procedimento em nome da transparência e do enquadramento da pretensão face à sensibilidade do local”.
http://dn.sapo.pt/2009/02/05/nacional/freeport_estava_sujeito_a_avaliacao_.html