a) O congresso do PSD é um acontecimento extraordinário
b) Acha??
a) Não é nada fácil reunir tantas pessoas que antipatizam umas com as outras
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo da categoria:
a) O congresso do PSD é um acontecimento extraordinário
b) Acha??
a) Não é nada fácil reunir tantas pessoas que antipatizam umas com as outras
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Havia na Assembleia da República uma Comissão de Ética. Ninguém sabia qual a sua utilidade até ao dia em que alguns deputados da oposição decidiram que a dita comissão devia avaliar as suspeitas de interferência do Governo- do actual governo – nos média. As audições a que temos assistido são um bom exemplo da mediocridade política em que este país vegeta e o toque de finados da Comissão. Montaram um circo, por onde desfilam, salvo raras excepções, vaidades incontidas, ressabiamentos vários e ódios de estimação. Tudo tão pequeno, tão baixo e tão ridículo que mete dó. Uns, eufóricos, distribuem pelos deputados fotocópias; outros, a destilar ódio em cada sílaba, envolvem o Rei de Espanha nos ataques à “liberdade de imprensa”; outros, ainda, venenosos, garantem a pés juntos, perante o ar cândido dos inócuos deputados, que sofreram pressões dos socialistas como nunca tinham sofrido em toda a sua vida. Cada um à sua maneira expôs o retrato das nossas elites jornalísticas: são homens e mulheres com partido, empenhados na luta política – o que é normal -, cobrindo-se com o manto diáfano da “liberdade de imprensa” – o que é vergonhoso. No final das audições, a Comissão de Ética está no mesmo sítio de onde partiu, no que diz respeito aos objectivos a que se propôs, mas deu um grande contributo para mostrar as misérias de quem tem por profissão informar.
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Observe-se o raciocínio do pequeno grande arquitecto: as suas dúvidas relativas às “frentes de guerra” abertas pelo Governo de Santana com a comunicação social e à aparente vontade deste de controlar a comunicação social (é nestes termos que o autor coloca a questão) incidem apenas no facto de isso ser, por um lado, uma impossibilidade nos “tempos modernos” e, por outro, um sinal de incompetência e de “desvario” do poder politico.
Por outras palavras, o pequeno grande arquitecto nunca põe em causa os propósitos políticos que estas intenções do Governo de Santana revelam. As suas “frentes de guerra” podiam ser censuráveis por motivos diferentes (impossibilidade de atingir o objectivo, incompetência e descoordenação na acção governativa), mas não pela vontade de controlar a comunicação social que o autor imputa ao primeiro-ministro Santana Lopes.
Acresce que, se o pequeno grande arquitecto sabia do que descreve no seu livro, por que não denunciou esta situação no Expresso na altura exacta? Por que reduz tudo isto a um quase fait-divers político?
http:\\www.corporacoes.blogspot.com
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Das audições que a Comissão de Ética está a fazer acerca da liberdade de expressão, especialmente centradas num alegado plano do Governo para controlar a TVI através da PT, é já possível retirar duas grandes conclusões:
1. Todas as pessoas que intervieram directamente nas negociações entre a PT e os espanhóis da PRISA negaram qualquer intervenção, ou conhecimento prévio, do Governo.
2. As pessoas que não intervieram nas negociações – quase todas com interesses económicos concorrentes da PT ou da PRISA/Media Capital – dizem “acreditar” ou “estar convencidos” de que o Governo conhecia as ditas negociações.
Perante isto, o que vai inquirir, DE FACTO, a famosa Comissão de Inquérito?
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Já tinha escrito aqui que as declarações de Arons de Carvalho na comissão de ética abriram a caixa de pandora… e dessa caixa vão saindo mais pérolas:
Granadeiro diz que Morais Sarmento o pressionou para demitir directores do JN e 24 Horas
e
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Tribunais ignoram alegadas mentiras
Em 2007, Portugal foi condenado no caso Almeida Azevedo. Este era líder do PSD/Arouca quando, no jornal “Defesa de Arouca”, chamou “mentiroso” ao presidente da Câmara, Armando Oliveira. O arguido quis fazer prova da acusação, mas o Tribunal de Arouca não achou necessário, porque o artigo era “globalmente ofensivo”, e condenou-o por difamação. Já o TEDH referiu o interesse público do assunto que suscitara a acusação, considerando que os tribunais nacionais deveriam ter analisado os factos que levaram Azevedo a chamar mentiroso ao outro.
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Como acontece em todas as greves, nesta última greve geral da Função Pública, os sindicatos reivindicaram 80% de participação e o governo declarou que não ultrapassou os 13%. Uma vez que a greve suspende o direito à retribuição, é do interesse de todos os que pagam impostos, saber se o Estado, enquanto entidade patronal, só descontou o dia de greve a 13% dos funcionários públicos quando 80% não comparecerem ao trabalho. Se assim foi, há qualquer coisa que não está a funcionar bem na Administração.
via blog Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos
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Freeport: investigadores sem novos indícios para deslocação a Londres.
Público, 06.03.10.
PJ em Londres para investigar novas pistas contra Sócrates.
Expresso, 06.03.10.
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