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Do arquivo da categoria:
Estado de Espírito
O que está a acontecer com os camionistas (e aconteceu com os pescadores) deve envergonhar-nos a todos. Que alguns (ou muitos) decidam fazer greve, estão no seu direito. Agora querer fazer do seu direito o dever de todos os outros,merece cadeia. Não são grevistas, são rufias e criminosos.
Todos têm direito à greve, mas os piquetes que querem impedir trabalhadores honestos de trabalhar, comportam-se como gangs de malfeitores que merecem bem uma carga policial à antiga. Isso não são piquetes de greve, são grupos organizados de desordeiros. Não há lei neste país?
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Quando diz “O meu compromisso é com os que passam um momento difícil como os milhares e milhares de portugueses que votaram socialista e agora estão no desemprego“, está a sugerir que, o simples facto de ser socialista, deveria garantir um emprego?
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Portugueses vibram com primeira vitória e – a fazer fé nas caravanas – esqueceram o preço da gasolina.
daqui: http://marretas.blogspot.com/
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Agora que o petróleo aumenta e aumenta e aumenta, não haverá aí muitos arrependidos pelo Não que dissemos à opção nuclear?
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“Já reparaste que a Joana* sai do outro lado e depois vem para aqui e nem se põe na fila. Passa à frente de todos.
- É esperta, sai ao pai!”
Dialógo no Terreiro ontem nos insufláveis, onde um pai se mostrava orgulhoso pela ausência de regras demonstrada pela filhota de + ou – 6 anos.
*nome fictício
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Tive a felicidade de, por motivos profissionais, ter passado 4 dias em Berlim. Nos períodos livres deu para visitar alguns locais. O que mais me impressionou foi a “Sala do Silêncio” (Room of Silence), nas Portas de Brandenburg. Não pela sala em si, mas pelo conceito que ela tenta transmitir:
«[...]the Room of Silence has a dual Purpose: Firstly it provides an opportunity for everyone, independent of backgroud, colour, ideology, religion and physical condition to enter and remain in silence for a while to simply relax, to gain strength for the daily life, or to remember inside this historic place the dark but also hopeful events, to meditate and to feel gratitude for the achievements of recent years. [...] This room is a symbol, a continuous invitation to tolerance, the brotherhood of man embracing all nationalities and ideologies, a continuous reminder against violence and xenophobia – a contibution, a small step towards peace and spiritual unity, according to the prayer of the United Nations:
“Oh Lord, our planet Earth is only a small star in space. It is our duty to transform it into a planet whose creatures are no longer tormented by war, hunger and fear, no longer senselessly divided by race, colour and ideology. GIve us courage and strength to begin this task today so that our children and children’s children shall on day carry the name of “Man” with pride“»
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Alguém da cidade de Osaka, no Japão, veio visitar o PPP. O que terá visto por cá, deixou-o de olhos em bico?
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