Concerteza que os Sindicatos terão uma explicação para estes números:
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo da categoria:
Concerteza que os Sindicatos terão uma explicação para estes números:
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O Geoparque de Arouca preparou uma série de iniciativas para celebrar esta quadra natalícia, com exposições, concertos, uma viagem de Balão e noite de réveillon.
Mais info aqui: http://www.presstur.com:80/site/news.asp?news=18018
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Ambos os posts retirados do blog Portugal Contemporâneo
“Não vejo uma solução fácil para o problema [a violência na escola moderna]. A esquerda continua a defender que as crianças são como as flores; a direita que tudo se resolve com um par de bofetadas. (…) Muitas das crianças que hoje frequentam a escolaridade obrigatória não são capazes de estar sentadas durante mais de quinze minutos; não suportam um revés, sem se insubordinarem; provêm de um mundo de tal forma esquálido que o esforço que o estudo exige se lhes parece inútil. O reconhecimento de que parte da violência escolar tem causas de natureza social não me leva a ser complacente com o mau comportamento nas escolas de aula. Vítimas, ou não, os alunos devem ser julgados pelos seus actos, não pelos seus traumas.”, Maria Filomena Mónica em “Nós, os Portugueses” (página 66).
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A população portuguesa não se reproduz o suficiente porque são uma cambada de meninos-mimados que não estão dispostos a fazer quaisquer sacrifícios por objectivos de longo prazo.
Existem dificuldades económicas e problemas sociais, mas essas não são as principais razões. A taxa de natalidade desce enquanto o PIB sobe. O que se passa é que todos olham para o custo de oportunidade de ter filhos e optam pelos écrans de plasma, pelas féria em Cuba ou em Fortaleza, ou por uma nova consola da WII.
Ora como os recursos são escassos (para todos) e ter filhos, ainda por cima, dá trabalho, os portugueses facilitam. Resignam-se a pastar sem deixar descendência. Esta atitude, focada sobretudo no curto-prazismo, constitui uma ameaça grave à sobrevivência da tribo lusitana.
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Para irritação de muitos, já escrevi que a FENPROF e outros sindicatos/movimentos têm objectivos mais que politicos e a sua maior preocupação é politica, daí recusarem TUDO o que é proposto.
Aceitar qualquer coisa agora era perder um palco de batalha.
Agora a verdade vem ao de cima escarrapachada no jornal Público:
APEDE e MUP acusam Governo Sócrates de “prepotência” e assumem que o combate
dos professores é “um combate político”
Sem comentários… Portanto, não seu eu que o digo. São os professores… leia-se com cuidado “é um combate político“. E continuam “Precisamos de perceber que nos cabe também esta responsabilidade: contribuir para retirar ao PS a maioria absoluta“. Então, e o fanático sou eu? Isto é mesmo sobre a avaliação?
NOTA: Eu continuo a achar que os professores andam interessados em discutir um modelo melhor ou pior de avaliação. Os seus representantes, nomeadamente o elementos do PCP, Mário Nogueira, andam interessandos em outras coisas.
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Mais um ponto negativo para a imagem dos Funcionários Públicos sem que estes tenham qualquer culpa e tudo por causa dos seus representantes.
O Governo decide agilizar o processo de apoio a Funcionários Públicos que eventualmente tenham dificuldades financeiras. Ou seja, faz algo que grande parte dos trabalhadores do provado gostaria de ter na sua empresa, mas que não tem qualquer hipotese.
O Estado, enquanto patrão, faz algo a que nada o obrigava, oferecendo-se para ajudar num assunto sobre o qual não tem qualquer responsabilidade e que, diga-se em abono da verdade, a grande responsabilidade é, em muitos casos, responsabilidade dos próprios.
Cria um limite de (aparentemente) 2600€ que para quem está em dificuldadeso que é muito bom. (Conheço muitos não FP que estariam mortos por ter esta oportunidade)
Comentários do Sindicatos:
- O valor é insuficiente
- A medida não tem qualquer credibilidade
Impressionante… gostaria de ver o sindicado a abdicar das quotizações para dar uma ajudinha!!!
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Medidas de apoio ao investimento e emprego decretadas:1 – Reduzir em 3 pontos percentuais as contribuições para a Segurança Social a cargo do empregador, em micro e pequenas empresas, para trabalhadores com mais de 45 anos;
2 – Plano excepcional de apoio a empresas e trabalhadores em situação de redução temporária de actividade, nomeadamente através da medida Qualificação-Emprego;
3 – Criar mais de 12.000 estágios profissionais para jovens, nomeadamente, jovens licenciados em áreas de difícil empregabilidade;
4 – Pagamento de apoio à contratação de 2.000€, acrescido de isenção de dois anos de pagamento de contribuições para a Segurança Social na contratação de jovens;
5 – Pagamento de apoio à contratação de 2.000€, acrescido de isenção de dois anos de pagamento de contribuições para a Segurança Social na contratação de desempregados de longa duração;
6 – Redução em 50% da contribuição para a Segurança Social na contratação a termo de desempregados com mais de 55 anos;
7 – Criar o novo Programa de Estágios Qualificação-Emprego, destinado a desempregados, independentemente da idade, que melhoraram as suas qualificações;
8 – Apoiar a criação de 1.600 novas empresas (e cerca de 3.000 novos empregos) por parte de desempregado, através de linha de crédito específica e bonificada no montante de 100 M€
9 – Aoiar a integração de 30.000 desempregados em instituições não lucrativas, através do Contrato Emprego-Inserção;
10 – Alargar a oferta de cursos de dupla certificação, nomeadamente EFA e CET’s, para desempregados em regiões específicas mais atingidas pelo desemprego;
11 – Prolongar o subsidio social de desemprego duranto o ano de 2009, por um período de mais 6 meses
12 – Reforçar as garantias de protecção no desemprego incentivando os regressos rápidos ao mercado de trabalho;
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