Por incrível que pareça, venho aqui elogiar Pedro Passos Coelho… este fim de semana, PPC enfrentou Alberto João Jardim. Merece louvor por isso, dada a total subserviência que todos costumam ter por aquele nos nos apela a todos de cubanos e aos jornalistas de filhos d p***.
Jardim ameaçou: “Enquanto eu andar na política e no PSD, você vai ter-me sempre à perna”. Passos Coelho respondeu: “Não tenho medo de si. Felizmente, a liberdade para fazer política no PSD não está dependente da sua vontade”.
E, ao que parece, a reacção mereceu um entusiasmado aplauso na sala do Conselho Nacional. Talvez o PSD comece a compreender que os votos que Jardim lhe dá não valem a credibilidade que lhe tira.
{ 5 comentários… lê abaixo ouadiciona }
Já no PS, apesar de tudo o que se sabe, todos parecem apoiar o secretário geral…
O Pedro Sousa deve ter uma paixão pelo PSD pela quantidade de vezes a que se refere a esse partido. Será algum trauma de juventude?
Este pessoal do PSD nem quando um deles é elogiado sabe ouvir… LOL
E há mais desenvolvimentos… Passos Coelho disse que “O PSD não tem sempre de ser solidário com AJJardim”. Este respondeu no seu estilo habitualmente mal educado: “não respondo a garotadas”.
Caros,
Bom Dia!
Este blog, parece-me, está a inclinar!
Já fala muito mal do PSD!
Não é que não haja motivos. Lá isso abundam!!
Mas não é este partido diferente dos outros! Isso tenho como certo. Nem os homens que o compõem.
O problema do Alberto João é igual ao do Sócrates. Ambos se pautam pelos mesmos princípios. É verdade que o contrário pode ser dito, mas em nada tira a verdade ao que acabo de dizer!
Se for legítimo defender um e outro com base no nosso interesse pessoal, vamos lá!
Mas, se for com base no interesse nacional, vamos lá também!
Se for com base no interresse dos prtidos, ok tb podemos ir!
Devemos começar por analisar a dívida, e o estatuto! Ora aqui estão duas coisas bonitinhas! e depois, podemos até analisar o Carnaval.
Meus caros a vida é uma f*** qd não vemos um bocadito mais além.
Faz lembrar o tempo dos liberais e dos absolutistas, ambos patrióticos, ambos plenos de razão, mas a subscreverem o pedido de um rei a uma qualquer nação na Europa.
Quase 200 anos depois aqueles que nos dizem representar encenam o mesmo folhetim, só que, talvez por ignorância, nem o percebam!
Triste país que a isto se submete!
Apre!
um abraço
inquieto