Algumas análises à entrevista de Sócrates são como análise a um jogo de Futebol: não foi Sócrates que foi bom, foram os entrevistadores que foram fracos!
Haja paciência…
Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
{ 5 comentários… lê abaixo ouadiciona }
O sr. José não respondeu a quase nenhuma das questões que lhe foram colocadas, desviando a conversa sempre para o lado que mais lhe convinha.
Como é de conhecimento de todos, quando se quer transmitir as ideias em televisão, não se pode responder às perguntas colocadas pelo apresentador, porque se responder não consegue dizer aquilo que quer e aquilo que quer que os telespectadores fiquem em memória.
Quanto ao Jornalista ele até era parecido com um senhor que me parece que é presidente da Câmara de Lisboa.
Não sabia que para transmitir ideias na imprensa é preciso não responder às perguntas do apresentador, mas fica o registo de como um dos candidatos à JSD em Arouca vê a relação com a imprensa.
De qualquer forma, continua a ser tipo futebol… não jogamos porque somos fracos ou porque o adversário não deixa? Ou ainda, é o Luis Filipe Menezes que é fraquinho, fraquinho, ou José Sócrates que é muito bom?
“não jogamos porque somos fracos ou porque o adversário não deixa?”
Muitas vezes não jogamos porque o árbitro não deixa e não pelo adversário ser bom, o que aconteceu neste caso.
Neste caso o árbitro era o apresentador e o clube que o comprou o Governo.
Mas se a comissão de arbitragem (Pinto Balsemão) sabe que o arbitro (entevistador) foi comprado pelo clube (Governo) ainda lhe acontece como ao José Rodrigues dos Santos.
Isso do “árbitro não deixa” tinha de vir de um Portista…