Portugueses vibram com primeira vitória e – a fazer fé nas caravanas – esqueceram o preço da gasolina.
daqui: http://marretas.blogspot.com/
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo mensal:
Portugueses vibram com primeira vitória e – a fazer fé nas caravanas – esqueceram o preço da gasolina.
daqui: http://marretas.blogspot.com/
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Estamos em Junho de 2008, a um ano e pouco de um novo ciclo eleitoral e, pela primeira vez desde 2004, penso que o caminho para que o PS perca as eleições e haja uma alternância política está claramente aberto à nossa frente. Duas prevenções desde já para as mentes perversas. Uma: não, não me enganei na data de 2004, porque era para mim certo em 2004 que o PS se não estava já no poder ia estar, era só uma questão de tempo.
Pacheco Pereira no seu blog Abrupto.
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Extrato da entrevista de Manuel Alegre a Judite de Sousa, retirada daqui : http://corporacoes.blogspot.com/
JS — Mas é ou não verdade, Manuel Alegre, que o Governo herdou dos governos anteriores do PSD um claro desequilíbrio das contas públicas e…
MA — É verdade.
JS — … e que, sem finanças públicas saudáveis, não se consegue fazer nada…
MA — Claro… Eu acho que sim e acho que um governo de esquerda tem obrigação de fazer isso. Agora, como equilibrar as finanças públicas? Como fazer o equilíbrio orçamental sem criar um grande desequilíbrio social?
JS — Quais são as suas soluções?
MA — As minhas soluções é que… mas as minhas soluções têm de ser pensadas num quadro europeu e num quadro… num quadro nacional. Nós estamos num quadro macroeconómico de grandes restrições fiscais e… monetárias e estamos num quadro de radicalismo de mercado em que os serviços públicos têm que competir com os privados segundo uma lógica meramente economicista. É preciso inverter tudo isto. É preciso orientações macroeconómicas que obriguem os Estados a ter como objectivo político essencial o emprego, o bem-estar, a justiça social e alterar…
JS — Mas esse não é um problema que nos transcende, não é um problema que, neste momento, está a ser comum a todos os países europeus por causa da grave crise internacional?
MA — Mas nós estamos na Europa. Nós temos uma posição passiva, temos de ter uma posição crítica.
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Agora que o petróleo aumenta e aumenta e aumenta, não haverá aí muitos arrependidos pelo Não que dissemos à opção nuclear?
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As consequências desse facto são, não apenas para os portistas mas, sobretudo, para os portuenses, avassaladoras. Goste-se ou não de futebol, seja-se ou não do Futebol Clube do Porto, ame-se ou odeie-se o seu Presidente, qualquer cego vê que numa cidade em profunda crise económica e depressão social, o FCP é uma das muitas poucas marcas que traz prestígio, bom nome e dinheiro para a cidade. A ausência da Liga dos Campeões, para além das sombras de suspeição que lançará sobre a história das últimas décadas do clube, comportará consequências económicas graves para a cidade, com perda de turistas, de movimento no comércio local, na restauração, na hotelaria, no Aeroporto Sá Carneiro, etc. Para além do prestígio quase irremediavelmente abalado, obviamente.
daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/06/porto.html
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Pouco a pouco o Governo vai percebendo aquilo que é a realidade: Portugal continuará a ser um case study nas escolas de economia por este mundo fora. Desta vez, não por ser um caso de êxito sem precedentes (como se dizia nos anos 90), mas porque é talvez a primeira economia desenvolvida que se pode designar de economia submergente. Tal como manda a definição, a economia portuguesa vive um processo de empobrecimento continuado, sustentado e possivelmente irreversível.
artigo na totalidade aqui
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Arouca, Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis manifestaram recusa em aceitar novas alterações ao traçado da A32. A concessionária, Brisa, tem direito contratual para executar alterações ao traçado optando por uma nova solução que não o traçado escolhido.
aqui: http://www.labor.pt:80/noticia.asp?idEdicao=136&id=6510&idSeccao=1349&Action=noticia
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Em contrapartida, em trinta e quatro anos de vida, a direita não conseguiu conceber uma ideia para Portugal que se distinga claramente do que a esquerda diz e faz, principalmente a esquerda do Partido Socialista. O famoso «bloco central» não existe somente nos interesses que giram em torno do Estado. Ele é, sobretudo, uma forma de o encarar, uma mentalidade comum as elites do PS e do PSD, que continuam a ver no Estado e no Governo os dois pilares principais do regime e do país.
daqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2008/06/de-que-serviu-direita.html
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