Alguém da cidade de Helsinquia, na Finlândia acedeu ao PPP… com que objectivo? Quem és tu, Helsinkiano?
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Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!
Do arquivo mensal:
Alguém da cidade de Helsinquia, na Finlândia acedeu ao PPP… com que objectivo? Quem és tu, Helsinkiano?
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Nota prévia: este post não é patrocinado
Tive de me deslocar à NDrive por causa de uma avaria num GPS. A forma simpática, rápida e eficiente com que a reclamação foi tratada (sem perguntas, trocaram o equipamento) demonstra uma empresa nacional com grande preocupação com o nível de serviço aos clientes.
Nota máxima.
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“Um trabalhador que esteja cansado física ou psicologicamente – porque está mais velho, porque tem problemas familiares, porque trabalhar naquela empresa não era exactamente o que pretendia ou porque se desinteressou do trabalho – deve poder ser despedido por justa causa.”
Gregório Rocha Novo da Confederação Industrial Portuguesa expondo o contributo desta confederação para o Livro Branco das Relações Laborais com vista a uma futura proposta de alteração do Código de trabalho.
inspirado aqui
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Alguém da cidade de Oslo, na Noruega acedeu ao PPP… com que objectivo? Quem és tu, Osloniano?
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Há qualquer coisa que me deixa muito inquieto quando leio mais este folhetim sobre o passado de José Sócrates. Folhetim é um termo com cargas. Eu uso-o em escolha consciente porque os episódios desse passado têm vindo um a um, em sessões servidas pela manhã num verdadeiro reality show que depois é amplificado pelo dia fora em compactos e digests servidos multimédia entre sussurros de que “ainda vem aí pior”. Neste último folhetim o guião inspira-se no Portugal do princípio dos anos 80. O Engenheiro José Sócrates (desta vez não há dúvidas sobre o título académico) era funcionário de uma câmara e o seu pecado era, como o de quase todos os outros portugueses na altura, ter mais de um emprego no esgravatar geral por um Escudo a mais nas sempre magras tabelas do funcionalismo público. Pelo que li, José Sócrates trabalhava na Câmara e fazia projectos para fora numa área onde não havia qualquer incompatibilidade funcional. Estes múltiplos empregos eram norma em Portugal quando cá cheguei. Vim da África do Sul, aterrando em Lisboa alta madrugada, num voo de imigrantes com escalano Zaire. Comecei por ficar apreensivo com o facto de Kinshasa ter mais luz à noite do que Lisboa vista do ar, naqueles tempos em que a segunda circular era iluminada com bruxuleantes candeeiros acesos alternadamente para poupar energia. Estávamos em pleno período da duríssima austeridade imposta pelo Fundo Monetário Internacional que nos controlava tanto como a qualquer país estouvado do terceiro mundo e, na época pré-comunitária, provavelmente era isso que Portugal era. Depois aprendi que um tanque de gasolina era uma parte substancial do meu ordenado. Ser jornalista naqueles tempos, para muitos camaradas, era trabalhar de manhã na rádio, a meio do dia na Anop, à tarde na televisão e à noite num dos jornais estatizados onde um cartão de partido garantisse uma qualquer sinecura para colmatar a inflação de dois dígitos. Conheci muita gente com este regime de trabalho. Como eu não tinha na altura encargos familiares e trazia as economias da emigração consegui aguentar-me bem com um só emprego e uns biscates que ia fazendo com crónicas de madrugada para a Rádio da África do Sul e para a Voz da América. Conto tudo isto para recordar que nos anos oitenta este era um país muito diferente. O que era legítimo e aceitável fazer-se na altura seria impensável hoje. Por isto acho imoral estar-se a fazer juízos em 2008 e a procurar consequências políticas de comportamentos absolutamente generalizados há um quarto de século. Tanto mais que, pelo que li até agora, esses comportamentos não configuraram qualquer espécie de ilícito criminal. Eram tempos diferentes com leis diferentes e práticas diferentes. Na altura os engenheiros podiam dar o seu aval técnico a aspectos estéticos que hoje são (e bem) da competência da arquitectura. Parece-me importante destacar aqui que, bons ou maus, se os projectos estavam assinados pelo Engenheiro Sócrates, eram responsabilidade final dele, logo, eram dele. Qualquer outra conclusão ou é sofisma, ou demagogia, ou outras coisas. Na altura era prática corrente a obra ser feita de raiz por apenas um técnico academicamente credenciado. José Sócrates tinha essas credenciais. Também não deixa de ser irónico que tenham sido levantadas questões de “carácter” sobre José Sócrates por um desastrado upgrade académico numa universidade que caiu em descrédito e que agora as questões de “carácter” sejam levantadas pelo exercício da profissão para a qual ele está, afinal de contas, academicamente credenciado, o que já ninguém disputa. A estética das obras, essa era (e ainda é) a estética do Portugal rural. Não vamos crucificar um técnico por um mal nacional. Claro que é engraçado este jornalismo de ASAE numa eterna busca de um Watergate com migas à moda da Guarda. É engraçado mas não tem piada. Por tudo isto começam a repugnar-me estes autos de fé ruidosos, deslocados no tempo, cruéis e sobretudo inconsequentes. A inconsequência advém de não haver ilegalidades. A ser uma questão de “carácter” perdida no tempo, só servirá para as eleições. Não é um bocadinho cedo para isso?
Um excelente artigo de Mário Crespo no JN (link)
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Na cidade alemã de Ludwigshafen, os pais de um bébe de 9 meses, viram-se forçados a atirar o bébe do 3º andar para o salvar de um incêndio. As fotografias impressionam… um polícia agarrou a criança!!!
Mais detalhes aqui: (link)
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*título do PPP
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Os ministros do PP realmente são muito trabalhadores… depois de Portas ter trazido 60.000 cópias de notas pessoais, descobre-se que Telmo Correia fazia serões:
Telmo Correia, actual deputado do CDS-PP, assinou 300 despachos como ministro do Turismo na madrugada do dia da posse José Sócrates como primeiro-ministro, de acordo com noticia publicada, este domingo, no jornal Público. (link)
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