Do arquivo mensal:

Janeiro 2008

Heerhugowaard

por Pedro Sousa em 6 de Janeiro de 2008

em Estado de Espírito

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Pequena localidade nos Países Baixos… o que é que isso interessa? No dia 04 de Janeiro, alguém daquelas bandas acedeu ao PPP.

Quem és tu, Herrhugowaardiano??

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A grande asneira…

por Pedro Sousa em 6 de Janeiro de 2008

em País

Tenho concordado com grande parte das medidas correctivas do Governo de Sócrates. Óbviamente, entre alguns erros, o geral tem sido pautado por uma firmeza e visão a longo prazo que não estamos habituados.

No entanto, parece-me que esta história do Porta 65 (apoio ao arrendamento jovem) foi a sua primeira GRANDE ASNEIRA que, a não ser alterado, virá a ter grande impacto eleitoral.

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Os fechos dos SAP…

por Pedro Sousa em 4 de Janeiro de 2008

em Sem categoria

[...]Os serviços que fecharam, como muito bem tem explicado incessantemente o senhor ministro da saúde, têm vindo a perder os seus utentes regularmente, mesmo perante a continuada persistência dos serviços do Estado no local. Convém lembrar isto, que é para não se dizer no futuro que foi depois de os serviços do Estado desaparecerem que os utentes começaram a fugir direitos a Almada.

Há, depois, a questão [...]: as pessoas que vivem nos subúrbios do litoral, e aqui falo dos subúrbios de Lisboa. Onde moro havia um SAP (Serviço de Atendimento Permanente)  a que eu recorria uma vez por mês. Normalmente chegava lá à meia noite e era atendido 5 horas depois (estava apenas com uma crise de asma, podia esperar). Quando estava de férias em Vila Real de Santo António chegava ao SAP e via um médico e uma enfermeira a jogar gamão, jogo que eu depois aprendi a jogar com eles enquanto tomava a minha dose de oxigénio.

Tudo isto é naturalíssimo e tem fixado as populações em Vila Real de Santo António. O que é estranho é que o contraste entre os péssimos serviços do Estado de Almada e os maravilhosos serviços de Vila Real de Santo António não tenham “desfixado” as populações de Almada, onde a minha mãe e o meu pai, por exemplo, continuaram a viver até há 6 anos atrás, depois de terem fugido do SAP de Vila Real de Santo António assim que casaram.

[...] mais grave, para mim, que pensar no Estado como um  promotor de movimentos de populações no território nacional por questões esotéricas como a da ”soberania” (a Suécia ou o Canadá, que têm quase toda a população encostada à periferia dos seus territórios, são menos “soberanos” por causa disso?), é [...outros] não perceberem porque é que as pessoas se vão embora das terras do interior português em direcção ao litoral e, principalmente, às duas grandes metrópoles portuguesas.

Não é uma questão que mistura atraso económico com ajuste estrutural necessário e benéfico (vinte e tal por cento da população activa na agricultura há poucas décadas atrás). Não é uma vontade, um cálculo deliberado e pensado. Não é um esforço e um sacrifício. Não pode ser um acto cultural e um alívio. Nunca será um movimento consciente e muito desejado por gerações. Não é, não poderá jamais ser, um prazer e um desejo tornado realidade. Não é nada disto nem muitas outras coisas que agora não estou para pensar.

É apenas um fenómeno que o Estado, erradamente, não soube evitar através da manutenção escolas abertas com 3 alunos por ano (e turmas de 35 em Lisboa) e SAPs abertos com três utentes por médico por dia (e dezenas e dezenas em Almada).”

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 “Hoje deixo aqui uma palavra de estímulo e compreensão para com os ministros da Saúde e das Finanças. O encerramento das maternidades é, com uma ou outra excepção, uma medida irrebatível.”

Luís Filipe Menezes, Correio da Manhã, 11 de Maio de 2006

Recordado e bem aqui: http://www.corporacoes.blogspot.com/

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É raro, mas também cito José Pacheco Pereira

por Pedro Sousa em 2 de Janeiro de 2008

em Com a devida vénia

“Estamos hoje mais pobres e pedem-nos para sermos optimistas, estamos hoje menos livres e pedem-nos para sermos optimistas, estamos hoje mais dependentes e pedem-nos para sermos optimistas, estamos hoje mais fracos e pedem-nos para sermos optimistas. Há algo de tão errado neste optimismo que só me reforça o pessimismo.”

daqui: http://abrupto.blogspot.com/2008/01/lendo-vendo-ouvindo-tomos-e-bits-de-1.html

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À solta…

por Pedro Sousa em 2 de Janeiro de 2008

em País

Porta 65

Só porque ouvi dizer, que escrever isto por estes dias, traz cá uma quantidade de pessoas resultado de buscas. Mais se escrever isto do que Pamela Anderson ou Jessica Alba.

Nova Lei do Tabaco

Hoje, ao entrar na habitual pastelaria para o pequeno almoço, inspirei fundo e, incrível, o único cheiro que senti foi o dos pastéis acabadinhos de sair… abençoada nova lei do Tabaco.´

Já agora, leiam isto: Britânicos fumantes ou obesos poderão sofrer restrições no acesso ao sistema nacional de saúde (NHS, na sigla em inglês), sugere uma mensagem de ano novo divulgada nesta terça-feira pelo primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

Filipe Menezes

Só porque o homem é mesmo fraquinho… eu sei, não vale a pena dar mais no ceguinho… mas ele não nos deixa em paz. Neste fim de ano já soubemos várias coisas sobre ele, uma delas a de que ele é contra os boys apenas se estes foram de um partido diferente do seu. Boys laranjas, pelo contrário, é sinónimo de competência! Alguém o alerta para o facto de que isto não é um país de patos bravos?

2008

Votos de um excelente ano e que a todos este ano corra melhor que 2007. Mas lembrem-se sempre que o melhor é relativo…

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Por falar em relativo, deixem-me contar aqui uma história (que não vem a propósito deste post)… alguém descobriu, após um desfalecimento do seu filho, que este tinha epilepsia. E, obviamente, ficou destroçado. Entretanto, num dos exames descubriram uma “massa” no cérebro… hoje dói ouvi-la dizer “Deus queira que seja só epilepsia.”

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