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	<title>Comentários em: NOVAS OPORTUNIDADES</title>
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	<description>Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!</description>
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		<title>Por: Pedro Sousa</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2011/09/15/novas-oportunidades/comment-page-1/#comment-8279</link>
		<dc:creator>Pedro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 22:50:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Azevedo,

A descida dos salários julgo ser uma falácia. Ainda estes dias saiu um estudo da OCDE que aparenta contrariar essa tendência. Ainda o fim de semana passado escrevia o Expresso: &quot;&lt;em&gt;Os salários dos professores do ensino secundário em Portugal registaram na última década um aumento &quot;claro&quot; em percentagem do PIB por habitante, contrariando a tendência de &quot;regressão&quot; noutros países, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) . As Perspetivas da Educação 2011, um documento de 500 páginas apresentado hoje oficialmente em Paris pela OCDE, referem que Portugal, juntamente com a Dinamarca e a República Checa, está no grupo restrito de países onde o aumento dos salários em percentagem do PIB contrariou a tendência geral no espaço da OCDE, que foi de regressão entre 2000 e 2009&quot;. Adotando o nível de salários em 2005 como índice de variação (índice 100), a OCDE mostra que o salário médio dos professores do primeiro ciclo do secundário (após 15 anos de carreira) em Portugal era inferior a 90 em 1995 e em 2000 mas subiu para o índice 109 em 2009. Esta subida coloca Portugal acima da média do espaço da OCDE e em nono lugar na tabela de variação entre 28 países considerados&lt;/em&gt;&quot; Não me parece, portanto, que tenha razão.

E ainda escrevia o Expresso sobre o mesmo estudo: &quot;&lt;em&gt;Outros factos ajudam a traçar o cenário da educação no País e fora dele. Como o aumento assinalado em Portugal da percentagem de crianças com quatro anos que frequentam o ensino pré-escolar - passou de 14,5% em 1979/80 para 80,64% em 2005/06.

Uma tendência que, de resto, não é um exclusivo nacional, assistindo-se um pouco por toda a Europa. Um dado considerado positivo pela Comissão Europeia, assim como o aumento do número de estudantes no ensino superior e o alargamento do período de escolaridade obrigatória&lt;/em&gt;.&quot;

Discordo de si num ponto... considero que a distribuição de PC&#039;s é das mais emblemáticas e das melhores medidas tomadas por Sócrates. O seu impacto - caso continue - será medido a médio prazo e será enorme. 

As novas escolas tendencialmente significarão menores custos... são construidas para tirar melhor partido das condições naturais, possuem painéis solares e, geralmente, a abertura de um pólo escolar tem associado o encerramento de algumas escolas mais velhas. O somatório, no fim, poderá ser bem positivo. 

Contruir escolas não vai resolver o problema do atraso estrutural que temos, pois não. Tal como aumentar o salário a professores, por exemplo, não o iría fazer. Não são as medidas avulsas que o farão.  O conjunto de medidas estruturais que o PS (e nomeadamente com MLR) estava a fazer tiveram impacto, como o ainda recente relatório da OCDE deu conta. Se o mantiverem - com ajustes que se possam revelar necessários - continuaremos a melhorar.

O nosso atraso já vem de há muito (ou vai dizer que antigamente é que era bom, quando para aí metade das crianças abandonavam a escola) e demorará a recuperar. Íamos no bom sentido, espero que o Nuno Crato não o atrapalhe.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Azevedo,</p>
<p>A descida dos salários julgo ser uma falácia. Ainda estes dias saiu um estudo da OCDE que aparenta contrariar essa tendência. Ainda o fim de semana passado escrevia o Expresso: &#8220;<em>Os salários dos professores do ensino secundário em Portugal registaram na última década um aumento &#8220;claro&#8221; em percentagem do PIB por habitante, contrariando a tendência de &#8220;regressão&#8221; noutros países, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) . As Perspetivas da Educação 2011, um documento de 500 páginas apresentado hoje oficialmente em Paris pela OCDE, referem que Portugal, juntamente com a Dinamarca e a República Checa, está no grupo restrito de países onde o aumento dos salários em percentagem do PIB contrariou a tendência geral no espaço da OCDE, que foi de regressão entre 2000 e 2009&#8243;. Adotando o nível de salários em 2005 como índice de variação (índice 100), a OCDE mostra que o salário médio dos professores do primeiro ciclo do secundário (após 15 anos de carreira) em Portugal era inferior a 90 em 1995 e em 2000 mas subiu para o índice 109 em 2009. Esta subida coloca Portugal acima da média do espaço da OCDE e em nono lugar na tabela de variação entre 28 países considerados</em>&#8221; Não me parece, portanto, que tenha razão.</p>
<p>E ainda escrevia o Expresso sobre o mesmo estudo: &#8220;<em>Outros factos ajudam a traçar o cenário da educação no País e fora dele. Como o aumento assinalado em Portugal da percentagem de crianças com quatro anos que frequentam o ensino pré-escolar &#8211; passou de 14,5% em 1979/80 para 80,64% em 2005/06.</p>
<p>Uma tendência que, de resto, não é um exclusivo nacional, assistindo-se um pouco por toda a Europa. Um dado considerado positivo pela Comissão Europeia, assim como o aumento do número de estudantes no ensino superior e o alargamento do período de escolaridade obrigatória</em>.&#8221;</p>
<p>Discordo de si num ponto&#8230; considero que a distribuição de PC&#8217;s é das mais emblemáticas e das melhores medidas tomadas por Sócrates. O seu impacto &#8211; caso continue &#8211; será medido a médio prazo e será enorme. </p>
<p>As novas escolas tendencialmente significarão menores custos&#8230; são construidas para tirar melhor partido das condições naturais, possuem painéis solares e, geralmente, a abertura de um pólo escolar tem associado o encerramento de algumas escolas mais velhas. O somatório, no fim, poderá ser bem positivo. </p>
<p>Contruir escolas não vai resolver o problema do atraso estrutural que temos, pois não. Tal como aumentar o salário a professores, por exemplo, não o iría fazer. Não são as medidas avulsas que o farão.  O conjunto de medidas estruturais que o PS (e nomeadamente com MLR) estava a fazer tiveram impacto, como o ainda recente relatório da OCDE deu conta. Se o mantiverem &#8211; com ajustes que se possam revelar necessários &#8211; continuaremos a melhorar.</p>
<p>O nosso atraso já vem de há muito (ou vai dizer que antigamente é que era bom, quando para aí metade das crianças abandonavam a escola) e demorará a recuperar. Íamos no bom sentido, espero que o Nuno Crato não o atrapalhe.</p>
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		<title>Por: Azevedo</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2011/09/15/novas-oportunidades/comment-page-1/#comment-8272</link>
		<dc:creator>Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2011 08:05:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A reducão na despesa com a educação diminui , brutalmente, em salários . Na propaganda  a despesa aumentou de modo brutal!!! Magalhães e Novas Oportunidades são exemplos flagrantes. 
 É claro que obras de encher olho, distribuir computadores, e coisas quejandas dá votos! Quem quiser perceber a mentalidade da política nacional, e local, basta ouvir os discursos de inauguração das novas escolas secundárias e centros escolares. Associar  de modo grosseiro novas instalações  e computadores e sucesso escolar é prova de má fé, ou, pior, ignorância. O que se gastou , e se continua a gastar, na construção das novas escolas é escandaloso. Mais, não são as novas escolas que irão resolver o atraso estrutural que o país tem em termos educativos. Em vez de opinarem sem nada saberem, os políticos, e os candidatos a políticos, deviam &#039;&#039;queimar mais a pestana&#039;&#039; e não na mesma ignorância sobranceira. Aconselho a lerem, por exemplo, &#039;&#039;A história do ensino em Portugal&#039;&#039;, do Rómulo de Carvalho.
  Esta política de &#039;&#039;novo-riquismo&#039;&#039; é uma coisa relha e velha na política nacional e é por isso que se apludem obras de milhões onde se gasta à &#039;&#039;tripa forra&#039;&#039; mesmo que daqui a um tempo curto não haja alunos para metade das salas nem sequer para pagar o aquecimento dos edifícios. Por outro lado, e esta sim é uma ideia verdadeiramente socrática, esvaziaram-se as escolas de recursos humanos (funcionários e professores) que são o mais importante para a melhoria dos resultados escolares.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A reducão na despesa com a educação diminui , brutalmente, em salários . Na propaganda  a despesa aumentou de modo brutal!!! Magalhães e Novas Oportunidades são exemplos flagrantes.<br />
 É claro que obras de encher olho, distribuir computadores, e coisas quejandas dá votos! Quem quiser perceber a mentalidade da política nacional, e local, basta ouvir os discursos de inauguração das novas escolas secundárias e centros escolares. Associar  de modo grosseiro novas instalações  e computadores e sucesso escolar é prova de má fé, ou, pior, ignorância. O que se gastou , e se continua a gastar, na construção das novas escolas é escandaloso. Mais, não são as novas escolas que irão resolver o atraso estrutural que o país tem em termos educativos. Em vez de opinarem sem nada saberem, os políticos, e os candidatos a políticos, deviam &#8221;queimar mais a pestana&#8221; e não na mesma ignorância sobranceira. Aconselho a lerem, por exemplo, &#8221;A história do ensino em Portugal&#8221;, do Rómulo de Carvalho.<br />
  Esta política de &#8221;novo-riquismo&#8221; é uma coisa relha e velha na política nacional e é por isso que se apludem obras de milhões onde se gasta à &#8221;tripa forra&#8221; mesmo que daqui a um tempo curto não haja alunos para metade das salas nem sequer para pagar o aquecimento dos edifícios. Por outro lado, e esta sim é uma ideia verdadeiramente socrática, esvaziaram-se as escolas de recursos humanos (funcionários e professores) que são o mais importante para a melhoria dos resultados escolares.</p>
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		<title>Por: Pedro Sousa</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2011/09/15/novas-oportunidades/comment-page-1/#comment-8258</link>
		<dc:creator>Pedro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 10:02:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=3441#comment-8258</guid>
		<description><![CDATA[Caro Azevedo,

Dizer que se reduz, por si só, pode não ter grande significado. Conseguir melhores resultados, reduzindo o investimento, demonstra melhor gestão e que se coloca o dinheiro nos locais certos.

E Portugal tinha mesmo de reduzir. Eramos um país onde mais se investia na educação - comparativamente com o resto da OCDE. Quanse 6% do PIB, pelo que li. O investimento na educação é do melhor que se pode fazer, mas dentro daquilo que comportamos.

Como escreveu um especialista na Gestão Pública em tempos &quot;A verdade, porém, é que a educação nacional configura-se cada vez mais como um colossal mas estéril monstro politicamente desgovernado, administrativamente incontrolável e financeiramente insaciável.&quot;

Por isso considero - sempre considerei - o esforço iniciado por Sócrates e nomeadamente por Maria de Lurdes Rodrigues um bom caminho para o que era necessário fazer. Infelizmente, a bitola mudou... a ver vamos. Mas os primeiros sinais deste Governo de direita são muito preocupantes: desinvestimento nas escolas públicas e reforço nas transferências para as escolas privadas.

Cumprimentos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Azevedo,</p>
<p>Dizer que se reduz, por si só, pode não ter grande significado. Conseguir melhores resultados, reduzindo o investimento, demonstra melhor gestão e que se coloca o dinheiro nos locais certos.</p>
<p>E Portugal tinha mesmo de reduzir. Eramos um país onde mais se investia na educação &#8211; comparativamente com o resto da OCDE. Quanse 6% do PIB, pelo que li. O investimento na educação é do melhor que se pode fazer, mas dentro daquilo que comportamos.</p>
<p>Como escreveu um especialista na Gestão Pública em tempos &#8220;A verdade, porém, é que a educação nacional configura-se cada vez mais como um colossal mas estéril monstro politicamente desgovernado, administrativamente incontrolável e financeiramente insaciável.&#8221;</p>
<p>Por isso considero &#8211; sempre considerei &#8211; o esforço iniciado por Sócrates e nomeadamente por Maria de Lurdes Rodrigues um bom caminho para o que era necessário fazer. Infelizmente, a bitola mudou&#8230; a ver vamos. Mas os primeiros sinais deste Governo de direita são muito preocupantes: desinvestimento nas escolas públicas e reforço nas transferências para as escolas privadas.</p>
<p>Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: inquieto</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2011/09/15/novas-oportunidades/comment-page-1/#comment-8231</link>
		<dc:creator>inquieto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:56:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[pois meus caros,

tb concordo que neste momento poderemos dar com a malta a pensar:

seria melhor um aldrabão como o Sócrates, que estou certo, mudaria o mundo com a sua própria força e pensamento, vergaria os lideres europeus ao seu projecto de futuro, da cor da rosa, obviamente secundado pelos milhões de socialistas ilumidados deste país...

ou,

por um monte de mocitos, que até pareciam bem intencionados, mas que cruelmente verificaram que afirmaram coisas que nunca sabiam do que estavam a falar!!

as escolhas não auguram nada de bom!

depois digam que sra Merkel pode andar descansada!!!


um abraço
inquieto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pois meus caros,</p>
<p>tb concordo que neste momento poderemos dar com a malta a pensar:</p>
<p>seria melhor um aldrabão como o Sócrates, que estou certo, mudaria o mundo com a sua própria força e pensamento, vergaria os lideres europeus ao seu projecto de futuro, da cor da rosa, obviamente secundado pelos milhões de socialistas ilumidados deste país&#8230;</p>
<p>ou,</p>
<p>por um monte de mocitos, que até pareciam bem intencionados, mas que cruelmente verificaram que afirmaram coisas que nunca sabiam do que estavam a falar!!</p>
<p>as escolhas não auguram nada de bom!</p>
<p>depois digam que sra Merkel pode andar descansada!!!</p>
<p>um abraço<br />
inquieto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Azevedo</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2011/09/15/novas-oportunidades/comment-page-1/#comment-8223</link>
		<dc:creator>Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 03:42:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=3441#comment-8223</guid>
		<description><![CDATA[Portugal foi único Estado membro da OCDE a reduzir a despesa estatal com a educação, entre 2000 e 2008. Segundo o relatório Education at a Glance 2011, os gastos do país estão abaixo da média. 


Portugal foi o único dos países da OCDE, entre os comparáveis, com despesa estatal com instituições de ensino a descer entre 2000 e 2008.


Numa altura em que se fala em novos cortes na educação, um relatório da OCDE afirma que Portugal já o vem praticando há mais de uma década.


De acordo com o estudo Education at a Glance 2011 (As Perspetivas da Educação 2011), citado pelo Diário de Notícias, Portugal foi mesmo o único de 34 Estados membros, entre os que deram dados, em que a despesa pública com as instituições do ensino básico e secundário caiu, entre 2000 e 2008.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal foi único Estado membro da OCDE a reduzir a despesa estatal com a educação, entre 2000 e 2008. Segundo o relatório Education at a Glance 2011, os gastos do país estão abaixo da média. </p>
<p>Portugal foi o único dos países da OCDE, entre os comparáveis, com despesa estatal com instituições de ensino a descer entre 2000 e 2008.</p>
<p>Numa altura em que se fala em novos cortes na educação, um relatório da OCDE afirma que Portugal já o vem praticando há mais de uma década.</p>
<p>De acordo com o estudo Education at a Glance 2011 (As Perspetivas da Educação 2011), citado pelo Diário de Notícias, Portugal foi mesmo o único de 34 Estados membros, entre os que deram dados, em que a despesa pública com as instituições do ensino básico e secundário caiu, entre 2000 e 2008.</p>
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