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	<title>Comentários em: O crescimento a qualquer custo</title>
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	<description>Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!</description>
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		<title>Por: inquieto</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/09/04/o-crescimento-a-qualquer-custo/comment-page-1/#comment-4690</link>
		<dc:creator>inquieto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 08:43:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[uuuu  lá lá!

bom dia!

interessante artigo!

Não sei quem escreveu. Admito que tenhas sido tu. 
Não, não pensem que estou a troçar do Pedro! Só que, habitualmente ele vem mais pela esquerda. Hoje parece vir mais, não pela direita, mas pelo racional!

Agrada-me!

Porque parce ter percebido o problema central. É que, na falta de melhor explicação, que após milhares de minutos de discussão, ainda não ouvi quem aventasse uma solução profícua e que agradasse a todos.

Tenho para mim que não há essa solução! Que ao longo de muitos anos desperdiçamos meios, enquanto país, e que tendecialmente se acumulou riqueza mais nos proprietários e emprendedores que nos servidores. Parece evidente.

Mas uma coisa está clara, penso que para todos. 
Não é a distribuir o que não se tem, que se vai empreender a coisa.
 Enquanto país, relacionámo-nos com uma dúzia ou vintena de outros tantos. Se queremos enriquecer só temos de fazer o que estão a fazer ou já fizeram. Em caso algum podemos apontar um qualquer modelo que não seja criar riqueza pela via do trabalho!
Se por hipótese fossem retiradas todas as riquezas dos supostos avantajados, tenho por certo que não encontrarias uma forma mais capaz de mobilizar tais recursos, dada a sua dimensão no contexo português.

Não defendo uma mão-de-obra em saldo, mas por muito que custe ao mais iluminado espírito deste país, nos últimos 5 anos em Portugal, se não tivessemos perdido essa dita em saldo, não estarámos todos, hoje pagar mais do que ontem, a perspectivar pagar mais amanhã, e todos os dias a lamentar essa mesma por estar infeliz e sem pespectivas de futuro!

Bem sei que a extrema esquerda não acredita na solução que defende, nem a extrema direita tem uma só ideia.
Mas tenho por certo, que a solução do meio não descansa ninguém!
Se bem se lembram já o Pina Moura dizia há uma dúzia de anos, que não via caminho.

Defendo há muito tempo, num horizonte de 2 anos, salário mínio de 800 euros. Não é considerado uma nacionalização, não é usurpação, e não é mais mobra barata!

O resto é converseta!

Pura!

um abraço
inquieto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>uuuu  lá lá!</p>
<p>bom dia!</p>
<p>interessante artigo!</p>
<p>Não sei quem escreveu. Admito que tenhas sido tu.<br />
Não, não pensem que estou a troçar do Pedro! Só que, habitualmente ele vem mais pela esquerda. Hoje parece vir mais, não pela direita, mas pelo racional!</p>
<p>Agrada-me!</p>
<p>Porque parce ter percebido o problema central. É que, na falta de melhor explicação, que após milhares de minutos de discussão, ainda não ouvi quem aventasse uma solução profícua e que agradasse a todos.</p>
<p>Tenho para mim que não há essa solução! Que ao longo de muitos anos desperdiçamos meios, enquanto país, e que tendecialmente se acumulou riqueza mais nos proprietários e emprendedores que nos servidores. Parece evidente.</p>
<p>Mas uma coisa está clara, penso que para todos.<br />
Não é a distribuir o que não se tem, que se vai empreender a coisa.<br />
 Enquanto país, relacionámo-nos com uma dúzia ou vintena de outros tantos. Se queremos enriquecer só temos de fazer o que estão a fazer ou já fizeram. Em caso algum podemos apontar um qualquer modelo que não seja criar riqueza pela via do trabalho!<br />
Se por hipótese fossem retiradas todas as riquezas dos supostos avantajados, tenho por certo que não encontrarias uma forma mais capaz de mobilizar tais recursos, dada a sua dimensão no contexo português.</p>
<p>Não defendo uma mão-de-obra em saldo, mas por muito que custe ao mais iluminado espírito deste país, nos últimos 5 anos em Portugal, se não tivessemos perdido essa dita em saldo, não estarámos todos, hoje pagar mais do que ontem, a perspectivar pagar mais amanhã, e todos os dias a lamentar essa mesma por estar infeliz e sem pespectivas de futuro!</p>
<p>Bem sei que a extrema esquerda não acredita na solução que defende, nem a extrema direita tem uma só ideia.<br />
Mas tenho por certo, que a solução do meio não descansa ninguém!<br />
Se bem se lembram já o Pina Moura dizia há uma dúzia de anos, que não via caminho.</p>
<p>Defendo há muito tempo, num horizonte de 2 anos, salário mínio de 800 euros. Não é considerado uma nacionalização, não é usurpação, e não é mais mobra barata!</p>
<p>O resto é converseta!</p>
<p>Pura!</p>
<p>um abraço<br />
inquieto</p>
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