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	<title>Comentários em: Iniciativa e vontade = resultados</title>
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	<description>Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 Dec 2012 14:35:41 +0000</lastBuildDate>
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		<item>
		<title>Por: Pedro Sousa</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3443</link>
		<dc:creator>Pedro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 19:03:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Caro Jorge Amorim,

Touché!! Exactamento o que penso. O método de ensino não é um, é uma mistura. Deve ter uma matriz de orientação forte, mas suficientemente flexivel para poder tirar partido de tudo o que nos permite manter os alunos mais interessados, mais atentos e com melhor apreensão e compreensão. 

A utilização do Magalhães apenas não é maior porque o Estado não conseguiu cumprir o objectivos da quantidade que pretendia distribuir e porque os professores, principalmente por &quot;perrice&quot;, decidiram que não pretendiam dar-se ao trabalho de explorar de que forma tirar partido daquela ferramenta.

Dizer que colocar tecnologia nas mãos dos jovens é mau, não consigo conceber. Agora, obviamente, não basta coloca-la nas mãos deles. É preciso restringir e orientar o seu uso. Aliás, tal como qualquer PC que temos em casa.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Jorge Amorim,</p>
<p>Touché!! Exactamento o que penso. O método de ensino não é um, é uma mistura. Deve ter uma matriz de orientação forte, mas suficientemente flexivel para poder tirar partido de tudo o que nos permite manter os alunos mais interessados, mais atentos e com melhor apreensão e compreensão. </p>
<p>A utilização do Magalhães apenas não é maior porque o Estado não conseguiu cumprir o objectivos da quantidade que pretendia distribuir e porque os professores, principalmente por &#8220;perrice&#8221;, decidiram que não pretendiam dar-se ao trabalho de explorar de que forma tirar partido daquela ferramenta.</p>
<p>Dizer que colocar tecnologia nas mãos dos jovens é mau, não consigo conceber. Agora, obviamente, não basta coloca-la nas mãos deles. É preciso restringir e orientar o seu uso. Aliás, tal como qualquer PC que temos em casa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Amorim</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3439</link>
		<dc:creator>Jorge Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 09:47:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O texto apresentado pelo Pedro Sousa é interessante mas marcadamente tem um cunho politico, de uma cor. Mas não deixa de ser interessante e de valorizar. Muita coisa foi feita, deve ser feita mas também muita coisa deve ser revista, isto é, não se pode fazer um trabalho/evento a falar de coisas (eventualmente boas) e sem fazer um balanço sério das coisa que não estiveram bem ou tentar encobri-las, encapota-las).
Os assuntos referidos pelo &quot;Azevedo&quot; são reais, polémicos e pertinentes mas efectivamente a resposta do Pedro é adequada pois não era isso que se estava a discutir. Mas não podem nem devem ser esquecidos. E muita tinta correu e vai correr sobre estes assuntos.

A questão fundamental, também foi referida, não só pela utilização adequada dos meios técnicos disponibilizados (daquela &quot;calculadora gráfica&quot; que chamam Magalhães) com o acesso à Internet e os negócios/obrigações que esses sim, são discutíveis e nos custam imenso dinheiro e, sobretudo pela falta de adaptação dos professores/educadores à real utilização e capacidade de explorar as potencialidades do ensino sustentado nestas TIC. É por aí que são poucos os bons exemplos, e o projecto (sem aferir se foi um fracasso ou não) podia ter tido um impacto muito mais positivo.
A minha avaliação superficial, é que o projecto foi/é interessante, com potencial mas muito mal aproveitado e os professores (eventualmente foram estes) que não foram capazes de se adaptar e perceber que teriam de deixar de lado antiquados (mas mais uma vez, eventualmente melhores) métodos de ensino. A transição deveria ter sido bem estudada, orientada e homogénea em todo o país, e ficaria para discussão tão só e apenas os assuntos que o Azevedo levantou (e bem) pois foi uma vergonha.
O resto, são resistências à mudança e à evolução.
Dou muita formação na área tecnológica e uso pouco as tecnologias actuais de vídeo-projecção por exemplo. Por vezes apenas uma imagem e faço dissertações orais sobre os assuntos e dou pouca comunicação por escrito, para captar a atenção. Ontem mesmo dei teste aos meus alunos (na U.A.). Notoriamente vi que quem tinha estado atento à aula &quot;oral&quot; teve melhor desempenho do que aqueles que apenas se limitaram a apoiar-se nas TIC. Azar o deles pois não integraram que o ensino é sempre uma questão de compromisso entre todos as fontes de informação: tecnológica, escrita e participação activa no ensino directo.

Jorge Amorim]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto apresentado pelo Pedro Sousa é interessante mas marcadamente tem um cunho politico, de uma cor. Mas não deixa de ser interessante e de valorizar. Muita coisa foi feita, deve ser feita mas também muita coisa deve ser revista, isto é, não se pode fazer um trabalho/evento a falar de coisas (eventualmente boas) e sem fazer um balanço sério das coisa que não estiveram bem ou tentar encobri-las, encapota-las).<br />
Os assuntos referidos pelo &#8220;Azevedo&#8221; são reais, polémicos e pertinentes mas efectivamente a resposta do Pedro é adequada pois não era isso que se estava a discutir. Mas não podem nem devem ser esquecidos. E muita tinta correu e vai correr sobre estes assuntos.</p>
<p>A questão fundamental, também foi referida, não só pela utilização adequada dos meios técnicos disponibilizados (daquela &#8220;calculadora gráfica&#8221; que chamam Magalhães) com o acesso à Internet e os negócios/obrigações que esses sim, são discutíveis e nos custam imenso dinheiro e, sobretudo pela falta de adaptação dos professores/educadores à real utilização e capacidade de explorar as potencialidades do ensino sustentado nestas TIC. É por aí que são poucos os bons exemplos, e o projecto (sem aferir se foi um fracasso ou não) podia ter tido um impacto muito mais positivo.<br />
A minha avaliação superficial, é que o projecto foi/é interessante, com potencial mas muito mal aproveitado e os professores (eventualmente foram estes) que não foram capazes de se adaptar e perceber que teriam de deixar de lado antiquados (mas mais uma vez, eventualmente melhores) métodos de ensino. A transição deveria ter sido bem estudada, orientada e homogénea em todo o país, e ficaria para discussão tão só e apenas os assuntos que o Azevedo levantou (e bem) pois foi uma vergonha.<br />
O resto, são resistências à mudança e à evolução.<br />
Dou muita formação na área tecnológica e uso pouco as tecnologias actuais de vídeo-projecção por exemplo. Por vezes apenas uma imagem e faço dissertações orais sobre os assuntos e dou pouca comunicação por escrito, para captar a atenção. Ontem mesmo dei teste aos meus alunos (na U.A.). Notoriamente vi que quem tinha estado atento à aula &#8220;oral&#8221; teve melhor desempenho do que aqueles que apenas se limitaram a apoiar-se nas TIC. Azar o deles pois não integraram que o ensino é sempre uma questão de compromisso entre todos as fontes de informação: tecnológica, escrita e participação activa no ensino directo.</p>
<p>Jorge Amorim</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: inquieto</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3396</link>
		<dc:creator>inquieto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 11:22:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meus caros,

é bom que a educação vá avançando...
mas espera-se que as pessoas também!

A tecnologia, no entanto ajuda-nos muito, muito mesmo.
Mas, em pouco nos ajuda a pensar.
Sobretudo numa faixa etária em que é preciso desenvolver competências de determinada natureza.

Mas a  avaliar pela nossa ministra da educação, não será necessário ir à escola. Que fixe! 
Também concordo que alguns não têem o mínimo cabimento nestes espaços, daí poderem ficar por outras pargens!
Depois as competências de outra natureza, como os relacionamentos, os tempos e os modos da lógica dos grupos e tudo mais...

Sou daqueles que gosta sempre de ver uma coisa nova! Mas depois o assunto muda-se ... e é melhor  ir com calma.

Em suma, com o plano tecnológico e alguns apêndices da mesma natureza, tout va biem!!

Tenho a certeza absoluta, e não sou só eu, senão desconfiava, que a educação é dos domínios que requer uma acção básica, simples, com pouca metralha e nunca em cima do joelho. 
Atenção!,  mas é contra tudo o que é meiguice e meninos mimados.

Afinal vivemos para ser felizes, muito felizes!!

Depois... bem, é o folhetim do custume.

um abraço 
inquieto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meus caros,</p>
<p>é bom que a educação vá avançando&#8230;<br />
mas espera-se que as pessoas também!</p>
<p>A tecnologia, no entanto ajuda-nos muito, muito mesmo.<br />
Mas, em pouco nos ajuda a pensar.<br />
Sobretudo numa faixa etária em que é preciso desenvolver competências de determinada natureza.</p>
<p>Mas a  avaliar pela nossa ministra da educação, não será necessário ir à escola. Que fixe!<br />
Também concordo que alguns não têem o mínimo cabimento nestes espaços, daí poderem ficar por outras pargens!<br />
Depois as competências de outra natureza, como os relacionamentos, os tempos e os modos da lógica dos grupos e tudo mais&#8230;</p>
<p>Sou daqueles que gosta sempre de ver uma coisa nova! Mas depois o assunto muda-se &#8230; e é melhor  ir com calma.</p>
<p>Em suma, com o plano tecnológico e alguns apêndices da mesma natureza, tout va biem!!</p>
<p>Tenho a certeza absoluta, e não sou só eu, senão desconfiava, que a educação é dos domínios que requer uma acção básica, simples, com pouca metralha e nunca em cima do joelho.<br />
Atenção!,  mas é contra tudo o que é meiguice e meninos mimados.</p>
<p>Afinal vivemos para ser felizes, muito felizes!!</p>
<p>Depois&#8230; bem, é o folhetim do custume.</p>
<p>um abraço<br />
inquieto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Sousa</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3386</link>
		<dc:creator>Pedro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 02:19:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=2894#comment-3386</guid>
		<description><![CDATA[Caro Azevedo,

O ensino parece-me ser uma realidade com constantes mutações. O ensino de hoje não é o mesmo do tempo dos meus pais e ainda bem. Não me parece que a geração actual seja menos competente que a anterior. Nunca o mundo evoluiu tanto no conhecimento, na tecnologia, no conforto. E o ensino tem de reflectir isso.

Ainda recentemente podemos ler que na Dinamarca 114 liceus estão a tentar uma nova metodologia nos testes, onde os alunos podem consultar a internet. O ministro dinamarquês da Educação, Bertel Haarder, disse que os “exames têm que reflectir a vida em sociedade”. “A Internet é indispensável, incluindo no exame. Tenho a certeza que em poucos anos a maioria dos países europeus estarão na mesma situação”.

O futuro demonstrará qual o caminho certo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Azevedo,</p>
<p>O ensino parece-me ser uma realidade com constantes mutações. O ensino de hoje não é o mesmo do tempo dos meus pais e ainda bem. Não me parece que a geração actual seja menos competente que a anterior. Nunca o mundo evoluiu tanto no conhecimento, na tecnologia, no conforto. E o ensino tem de reflectir isso.</p>
<p>Ainda recentemente podemos ler que na Dinamarca 114 liceus estão a tentar uma nova metodologia nos testes, onde os alunos podem consultar a internet. O ministro dinamarquês da Educação, Bertel Haarder, disse que os “exames têm que reflectir a vida em sociedade”. “A Internet é indispensável, incluindo no exame. Tenho a certeza que em poucos anos a maioria dos países europeus estarão na mesma situação”.</p>
<p>O futuro demonstrará qual o caminho certo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joaquim toscano</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3385</link>
		<dc:creator>joaquim toscano</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 17:39:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[E vão reparar, certamente, que crescem os dedos tecladores 
e diminuem outras coisas (interpretação livre até ao infinito).]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E vão reparar, certamente, que crescem os dedos tecladores<br />
e diminuem outras coisas (interpretação livre até ao infinito).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Azevedo</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3384</link>
		<dc:creator>Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 07:10:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já agora... parecce que seconfunde, em particular a nomenclatura do PS, Conhecimento com facilidade em manipular certas máquinas... 
  Se o problema do conhecimento fosse a destreza em usar máquinas tínhamos uma população estudantil altamente qualificada.
    Esta dicotomia entre o velho/novo, o conflito de gerações,  o uso de novas tecnologias, já é tratado pelos velhos gregos (Sófocles) em algumas obras ...  Já nesse tempo era glosado o equívoco entre o uso tecnológico e o conhecimento... 
    A continuar com algum deslumbre , como hoje se vê pelas máquinas, prevê-se uma geração futura ainda bem mais ignara que actual mas muito ágil a teclar... Restam os progenitores para salvar os filhos da ignorância da classe política!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora&#8230; parecce que seconfunde, em particular a nomenclatura do PS, Conhecimento com facilidade em manipular certas máquinas&#8230;<br />
  Se o problema do conhecimento fosse a destreza em usar máquinas tínhamos uma população estudantil altamente qualificada.<br />
    Esta dicotomia entre o velho/novo, o conflito de gerações,  o uso de novas tecnologias, já é tratado pelos velhos gregos (Sófocles) em algumas obras &#8230;  Já nesse tempo era glosado o equívoco entre o uso tecnológico e o conhecimento&#8230;<br />
    A continuar com algum deslumbre , como hoje se vê pelas máquinas, prevê-se uma geração futura ainda bem mais ignara que actual mas muito ágil a teclar&#8230; Restam os progenitores para salvar os filhos da ignorância da classe política!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Azevedo</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3383</link>
		<dc:creator>Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 06:56:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Onde é que foi escrito, ou dito, que o portátil Magalhães é um problema para tantos professores? O maior problema em termos de material informático é , quase sempre, dos docentes mais velhos(esses sim com clara necessidade de formação). 
   Quanto ao &#039;&#039; facilitism0&#039;&#039; da formação a maioria dos professores (sei que assim é...) são quadros altamente qualificados que não tiraram uma licenciatura numa U: privada ao domingo.
   Já agora a crítica que se faz, e que o senhor nãoleu, ou não quis ler, não é ao uso de computador nas escolas mas ao processo e ao modo como tudo foi realizado!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Onde é que foi escrito, ou dito, que o portátil Magalhães é um problema para tantos professores? O maior problema em termos de material informático é , quase sempre, dos docentes mais velhos(esses sim com clara necessidade de formação).<br />
   Quanto ao &#8221; facilitism0&#8221; da formação a maioria dos professores (sei que assim é&#8230;) são quadros altamente qualificados que não tiraram uma licenciatura numa U: privada ao domingo.<br />
   Já agora a crítica que se faz, e que o senhor nãoleu, ou não quis ler, não é ao uso de computador nas escolas mas ao processo e ao modo como tudo foi realizado!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Castro</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3373</link>
		<dc:creator>Rui Castro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 10:38:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=2894#comment-3373</guid>
		<description><![CDATA[Não consigo compreender como é que um portátil apelidado de básico e limitado pode ser um problema para tantos e tantos professores. Não percebo como é que pessoas licenciadas têm de ter formação para tudo e mais alguma coisa. A maioria em casa usa o computador à anos, mas no trabalho nem pensar... Havendo vontade de ser original e criativo aproveitando que a escola oferece, até recorrendo a um colega mais iluminado numa pausa nas aulas se aprende facilmente a utilizar o magalhães ou um quadro interactivo.
Faz-me lembrar os professores primários licenciados à 5 anos atrás e que não são capazes de leccionar inglês do mais básico que há aos alunos de 6 anos... Mas a culpa não é deles, é do facilitismo dos cursos superiores, do facilitismo do ensino secundário e do total desinteresse de alguns pelo seu próprio desenvolvimento e cultura geral.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não consigo compreender como é que um portátil apelidado de básico e limitado pode ser um problema para tantos e tantos professores. Não percebo como é que pessoas licenciadas têm de ter formação para tudo e mais alguma coisa. A maioria em casa usa o computador à anos, mas no trabalho nem pensar&#8230; Havendo vontade de ser original e criativo aproveitando que a escola oferece, até recorrendo a um colega mais iluminado numa pausa nas aulas se aprende facilmente a utilizar o magalhães ou um quadro interactivo.<br />
Faz-me lembrar os professores primários licenciados à 5 anos atrás e que não são capazes de leccionar inglês do mais básico que há aos alunos de 6 anos&#8230; Mas a culpa não é deles, é do facilitismo dos cursos superiores, do facilitismo do ensino secundário e do total desinteresse de alguns pelo seu próprio desenvolvimento e cultura geral.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Sousa</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3370</link>
		<dc:creator>Pedro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 22:48:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=2894#comment-3370</guid>
		<description><![CDATA[Caro Azevedo,

Eu peguei num exemplo de uma professora que utilizou as ferramentas ao seus dispor para melhorar a interacção com os alunos, esforçar-se para aumentar a motivação e tendo, com isso, granjeado algum reconhecimento internacional do assunto. Até isso pretende menorizar... o esforço da professora é independente das conjecturas que rondam à volta dos Magalhães. A politica não entra na sala de aula e não entrou - e muito bem - na intervenção que ela fez no Fórum organizado pelo PS. Uma professora exemplo para todos.

Se os computadores são usados principalmente para jogar, isso deve-se única e exclusivamente por incompetência dos professores e dos pais. Eu tenho computadores em casa (e não, não são Magalhães) e quem diz ao meu filho o que é que ele faz com eles sou eu. Isso é que é ser pai. Deixa-los fazer o que lhes apetece é outra coisa qualquer.

Deviam formar os professores... ok, concedo nessa, ainda que não tenha dados sobre que formação foi dada. Mas tal como a professora (de 53 anos) que se habituou, se formou e começou a utilizar a tecnologia, todos os professores (todos passaram pela faculdade) poderiam fazê-lo. Não o fazem, na sua maioria, por comodismo ou para bater o pé. 

Quadro interactivos já são muitos, mesmo muitos. Digo pelo que ouço e pela sala do meu filhote numa primária de Gaia.

O modelo é o ideal? Não. É um excelente modelo que pode permitir às crianças ter mais interesse pelas aulas, estarem mais motivadas e melhor preparadas? É. Internacionalmente reconhecido.

Além disso, ter computadores nada tem a ver com ler livros. Reitero... quem manda no que fazem as crianças são os pais. Portanto é a eles que cabe dividir o tempo dos filhos. Não fujamos às responsabilidades.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Azevedo,</p>
<p>Eu peguei num exemplo de uma professora que utilizou as ferramentas ao seus dispor para melhorar a interacção com os alunos, esforçar-se para aumentar a motivação e tendo, com isso, granjeado algum reconhecimento internacional do assunto. Até isso pretende menorizar&#8230; o esforço da professora é independente das conjecturas que rondam à volta dos Magalhães. A politica não entra na sala de aula e não entrou &#8211; e muito bem &#8211; na intervenção que ela fez no Fórum organizado pelo PS. Uma professora exemplo para todos.</p>
<p>Se os computadores são usados principalmente para jogar, isso deve-se única e exclusivamente por incompetência dos professores e dos pais. Eu tenho computadores em casa (e não, não são Magalhães) e quem diz ao meu filho o que é que ele faz com eles sou eu. Isso é que é ser pai. Deixa-los fazer o que lhes apetece é outra coisa qualquer.</p>
<p>Deviam formar os professores&#8230; ok, concedo nessa, ainda que não tenha dados sobre que formação foi dada. Mas tal como a professora (de 53 anos) que se habituou, se formou e começou a utilizar a tecnologia, todos os professores (todos passaram pela faculdade) poderiam fazê-lo. Não o fazem, na sua maioria, por comodismo ou para bater o pé. </p>
<p>Quadro interactivos já são muitos, mesmo muitos. Digo pelo que ouço e pela sala do meu filhote numa primária de Gaia.</p>
<p>O modelo é o ideal? Não. É um excelente modelo que pode permitir às crianças ter mais interesse pelas aulas, estarem mais motivadas e melhor preparadas? É. Internacionalmente reconhecido.</p>
<p>Além disso, ter computadores nada tem a ver com ler livros. Reitero&#8230; quem manda no que fazem as crianças são os pais. Portanto é a eles que cabe dividir o tempo dos filhos. Não fujamos às responsabilidades.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: joaquim toscano</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2010/03/21/iniciativa-e-vontade-resultados/comment-page-1/#comment-3367</link>
		<dc:creator>joaquim toscano</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 22:19:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=2894#comment-3367</guid>
		<description><![CDATA[Engraçado que numa entrevista recente o Carlos Fiolhais disse que do mais importante que fez na vida foi ser...Guardador de LIVROS:
A listagem acima enunciada tanto pode ser de um velório, de uma feira de vaidades ou de uma ida á discoteca, publicada naquelas revistas assim assim.
Novas Fronteiras- só se Olivença já é da banda de cá e
Valença da banda de lá.
Na próxima reincarnação quero ser melhor que o Magalhães e essa tropa fandanga toda e com todos os melhoramentos (UpGrades etc e tal e merdiúnculas que tais): Mais que biónico...
Aí é que vai ser desbundar á brava!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado que numa entrevista recente o Carlos Fiolhais disse que do mais importante que fez na vida foi ser&#8230;Guardador de LIVROS:<br />
A listagem acima enunciada tanto pode ser de um velório, de uma feira de vaidades ou de uma ida á discoteca, publicada naquelas revistas assim assim.<br />
Novas Fronteiras- só se Olivença já é da banda de cá e<br />
Valença da banda de lá.<br />
Na próxima reincarnação quero ser melhor que o Magalhães e essa tropa fandanga toda e com todos os melhoramentos (UpGrades etc e tal e merdiúnculas que tais): Mais que biónico&#8230;<br />
Aí é que vai ser desbundar á brava!!!</p>
]]></content:encoded>
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