AINDA OS CARTAZES DO BURGO

por Pedro Sousa em 23 de Setembro de 2009

em Arouca

Encerrei o tema sobre os cartazes do candidato PS à Junta do Burgo, porque julguei que quem tinha alguma coisa a dizer já o tinha dito.

Infelizmente, tenho de voltar a ele… o cartaz foi substituido e na primeira oportunidade foi queimado.

Cada vez faz mais sentido que tenha sido, ou a brita aos saltos sozinha de noite, ou as crianças que lá passam de bicicleta de madrugada… ou entãonão… trata-se de um canalha qualquer!!

{ 9 comentários… lê abaixo ouadiciona }

1 ruigato 23 de Setembro de 2009 às 16:10

É lamentável que uma coisa destas aconteça. Moro (ou morei) quase ao lado do local onde esse cartaz está e quero deixar 2 notas:

1- Não fui eu :)
2- Tenho sérias dúvidas que alguma força política ou alguém ligado a uma lista fizesse isso premeditadamente. Há tolos e invejas em todo o lado..

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2 A. J. Brandão de Pinho 23 de Setembro de 2009 às 18:13

Já tinha aqui visto o estado em que ficaram os outdoors anteriores e fico agora mais uma vez surpreendido por aquele comportamento inadmissível se ter voltado a repetir. É um comportamento que condeno e julgo ser um dever de todas as forças políticas, principalmente as concorrentes à Assembleia de Freguesia do Burgo, condenar e solidarizar-se com o candidato que tem vindo a ser vitima e a sair prejudicado com aquele comportamento.
Como é que é possível nos dias que correm alguém sequer imaginar poder tirar algum partido ou vantagem de um comportamento destes.

Por outro lado, alguém trazer à colação casos igualmente inadmissíveis em vez de condenar este comportamento, procura legitimar um comportamento que jamais deveremos consentir e, neste sentido, para além de revelar pouca estatura democrática, torna-se igualmente indigno do mínimo de respeito e/ou consideração.

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3 F Santos 23 de Setembro de 2009 às 19:23

Caro A J Brandão de Pinho

Leia os comentários do primeiro post sobre este assunto, com atenção, e diga-me, pf, onde é que alguém procurou legitimar tal comportamento. Nos meus comentários não encontra essa idéia, de certeza.

A minha intervenção prendeu-se com o facto do caro Pedro Sousa ter procurado imediatamente bodes expiatórios para tal acto, tendo apelidado quem o fez de vários adjectivos, também esses, pouco abonatórios dos visados. Não é a chamar canalhas, cobardes e por aí fora que se resolve a questão, ainda por cima não se sabendo, julgo eu, quem rasgou os cartazes.

O que procurei, exclusivamente, foi impedir que esse facto fosse atribuído a alguém conotado com uma força política que não o PS, seja qual for. Disse.

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4 joaquim toscano 23 de Setembro de 2009 às 21:51

Pee (wee)
Não tens q ser P(edro) S(ouza) a toda a hora
Interventivo…Sim!
Salvador… da Pátria…NÃããããããã
Vai serenamente por entre a multidão e a pressa…

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5 Pedro Sousa 24 de Setembro de 2009 às 8:56

Caro Joaquim Toscano,

O seu comentário deixou-me confuso… Pee (wee) significa o quê?

Salvador da Pátria, porquê?

“Serenamente por entre a multidão e a pressa…” significa o quê’

I’m lost

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6 A. J. Brandão de Pinho 24 de Setembro de 2009 às 12:31

Caro F. Santos,

Pelo menos no espírito serviu-lhe a carapuça… Porém, não tive por intenção referir-me a alguém em particular. Foi apenas uma ideia que me ficou da leitura dos comentários ao primeiro post sobre este assunto.
Se o Pedro Sousa, sem qualquer prova ou indicio consistente conota aquele serviço com quem quer que seja, faz mal, embora lhe perceba a revolta. Não sei se teve por intenção fazê-lo, mas, sei que há, quase sempre, a tendência para atribuir tais comportamentos aos concorrentes, prosseguindo o espírito que defende: “à política o que é da política”. No entanto, isto não é da política!
Particularmente, não consigo associar os concorrentes à Assembleia da solidária e empreendedora freguesia do Burgo a estes comportamentos. Também sabemos que nem sempre estes comportamentos se reduzem agentes políticos ou meros simpatizantes de um ou outro partido. Não raras as vezes também aqueles que não vão com a cara ou têm alguma coisa pendente com aquele que circunstancialmente é candidato, procuram ajustar contas na primeira oportunidade e cobardemente deixar conotações em prejuizo doutros, às vezes mesmo com essa intenção.

temos todos bem presentes comportamentos do género e eu, muito particularmente, até presenciei dois episódios que envolveram duas pessoas afectas ao PS. Mas, águas passadas e condenação a seu tempo!

Nos nossos dias, e perante uma situação concreta derivada de tais comportamentos, acho que devemos avançar, desde logo, para a condenação, sem perder muito tempo a chamar casos que em vez de condenar parecem peretender legitimar. Não podem haver desforras deste tipo!
As desforras em política devem reduzir-se aos argumentos e às acções positivas e concretas.

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7 joaquim toscano 24 de Setembro de 2009 às 13:11

Meu caro Pedro:
Quando te conheci
Eras um debutante crítico de cinema,
locutor e autor de programas radiofónicos
na Rádio mais surrealista de Portugal.
Cresceste e, como diz o Klim, botaste grande.
Gosto do que escreves, da irreverencia,
da paixão com que defendes os teus pontos de vista.
Só que
Na Banda Desenhada (Pee Wee – o adolescente irreverente)
e na Poesia – porque não é Camões quem quer-
(Se gostas de R Kipling também gostarás de M Hermann)
estás de facto lost e late. Mas..
Deixa-te ir serenamente, como diria o meu treinador, …
COM TRANQUILIDADE:

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8 F Santos 24 de Setembro de 2009 às 13:53

Caro A J Brandão de Pinho

para encerrar o assunto, não me serviu carapuça nenhuma. Falo por mim, não encontrou de certeza nas minhas palavras tentativa de branqueamento de um acto que considero grave. Encontrou, como já disse, uma tentativa da minha parte de evitar que tal facto fosse atribuído sem provas a quem quer que fosse, mas neste caso a “alguém” ligado à oposição do PS.

Como não gosto que me acusem de algo que NÃO DISSE (ser conivente com estas situações e invocar o passado para justificar este acto), resolvi chamar-lhe a atenção, em nome próprio para esse facto. Os restantes comentadores, cada um falará por si.

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9 A. J. Brandão de Pinho 24 de Setembro de 2009 às 14:33

Caro F. Santos,

Encerra e encerra muito bem, porque contra a sua opinião nada tive. Repito, foi uma ideia que me ficou e tão pouco cuidei de saber derivada de quem ou de que comentário. No essencial estamos de acordo, portanto.

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