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	<title>Comentários em: Vários bons sinais na economia</title>
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	<description>Ponto por Ponto constroi-se uma opinião… aqui junta-se a mania de ter opinião sobre tudo!</description>
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		<item>
		<title>Por: Pedro Sousa</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2009/08/24/varios-bons-sinais-na-economia/comment-page-1/#comment-1947</link>
		<dc:creator>Pedro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 11:56:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=1977#comment-1947</guid>
		<description><![CDATA[Caro José Luis Alves,

Benvindo.

Já tinha lido o artigo que envias, que é mais um entre muitos. A esperança é que a frase &quot;o receio q muitas empresas não abram...&quot; não se concretize de forma tão negativa quanto o esperado e ter esperança que, tal como quando aconteceu com o crescimento do 0,3%, os especialistas também se enganem.

Mas nada do que diz o texto é relevantemente novo... o que interessa é combater isso. Fazer o registo é fácil. 

O link que mandas a dizer que o &quot;mundo enfrenta nova recessão&quot;, e que são as previsões de UM economista (q esperemos também se engane) só aumenta a preocupação. Agora, se o mundo vai entrar em recessão novamente, nós iremos também, pois claro. Que queres?? Não fazemos nós parte do mundo?

Espero é que se isso acontecer, continue a ser o Governo PS a estar no Governo para tentar enfrentar a crise, mais uma vez.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro José Luis Alves,</p>
<p>Benvindo.</p>
<p>Já tinha lido o artigo que envias, que é mais um entre muitos. A esperança é que a frase &#8220;o receio q muitas empresas não abram&#8230;&#8221; não se concretize de forma tão negativa quanto o esperado e ter esperança que, tal como quando aconteceu com o crescimento do 0,3%, os especialistas também se enganem.</p>
<p>Mas nada do que diz o texto é relevantemente novo&#8230; o que interessa é combater isso. Fazer o registo é fácil. </p>
<p>O link que mandas a dizer que o &#8220;mundo enfrenta nova recessão&#8221;, e que são as previsões de UM economista (q esperemos também se engane) só aumenta a preocupação. Agora, se o mundo vai entrar em recessão novamente, nós iremos também, pois claro. Que queres?? Não fazemos nós parte do mundo?</p>
<p>Espero é que se isso acontecer, continue a ser o Governo PS a estar no Governo para tentar enfrentar a crise, mais uma vez.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Luis Alves</title>
		<link>https://ppp.aroucaonline.com/2009/08/24/varios-bons-sinais-na-economia/comment-page-1/#comment-1945</link>
		<dc:creator>José Luis Alves</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 12:54:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ppp.aroucaonline.com/?p=1977#comment-1945</guid>
		<description><![CDATA[24 Agosto 2009 
Economia    

 
&quot;Falências de Verão ameaçam emprego

Acções de insolvência disparam e o pior está para vir, alertam especialistas
O receio de que muitas empresas não abram depois das férias de Verão assola os portugueses. Só em Julho, contabilizam-se 128 falências e 308 pedidos de insolvência. A tendência não é nova, mas este ano os especialistas temem o pior.

Os dados avançados ao JN pela Coface Portugal revelam que em Julho deste ano faliram mais 28 empresas do que em igual período de 2008 - mais 28% - e que entraram mais 100 pedidos de insolvência (pelos próprios, apresentada; ou por terceiros, requerida). Planos de insolvência, isto é, com vista à recuperação da empresa, há apenas a registar dez (menos três face a Julho de 2008).

Dados que confirmam as piores expectativas dos especialistas. Ao JN, o economista Luís Bento disse acreditar que &quot;muitas empresas que nos últimos meses tentaram sobreviver, endividando-se e reestruturando pessoal, vão verificar que vão ter que fechar as portas, porque se mantêm os problemas de tesouraria, com clientes que não pagam e com a banca a não dar apoio&quot;.

Para o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Francisco van Zeller, &quot;os sectores que mais sofrem com os atritos da concorrência também terão sérias dificuldades&quot;. Explicando que em alguns casos &quot;são microempresas que podem reabrir&quot; mas, noutros, como o segmento &quot;dos componentes automóveis, se fecharem o caso será muito mais sério&quot;,

Luís Bento vai mais longe e vaticina um grande problema &quot;caso se cumpram os 15 dias de &#039;lay-off&#039; da Autoeuropa em Outubro - 40 das 42 empresas que compõem o 1.º anel à volta da empresa fecham as portas&quot;.

Sem futurologia, os números praticamente confirmam as teorias (ver info) uma vez que é o no sector da indústria transformadora que se registam mais insolvências (39), logo seguido pela construção (27) e comércio a retalho (17). Tendo em conta estes três sectores, e os últimos cinco anos, verifica-se que são as áreas onde se registaram mais falências nos meses de Verão desde 2004.

Já no que diz respeito a pedidos de insolvência, entra em contabilidade um quarto sector - os serviços registam 40 pedidos de insolvência. Sectores que são igualmente apontados por Luís Bento como os mais críticos: &quot;Basta ver o vestuário, ou têm algum valor acrescentado para exportar ou terão muitas dificuldades, o mesmo acontecendo com o calçado, e mesmo assim basta ver a Aerosoles, que tem esse valor acrescentado e está com sérias dificuldades&quot;.

O economista acrescenta ainda um outro dado, &quot;já verificável em Agosto - o encerramento de microempresas de turismo, que nem esperam pelo fim de Agosto, nota-se no Algarve e percebe-se com o aumento do desemprego na Madeira&quot;.

Mas o país não é todo igual e há distritos que se destacam no número de insolvências declaradas (que corresponde ao início do processo, podendo ditar ou não o fecho da empresa). É o caso do Porto, que em Julho já registava 31 falências, mais 21 do que em período homólogo. E nos últimos cinco anos foi mesmo o distrito que mais falências teve, num total de 92 para o mesmo espaço temporal. Segue-se Braga com 29 falências declaradas (mais 12) e depois Lisboa num total de 16 insolvências - menos 20 do que em Julho de 2008.

O JN contactou as inter-sindicais no sentido de perceber se tinham alguma estimativa de encerramentos para o período pós-férias. A UGT lamentou que a Segurança Social não lhes forneça os dados, enquanto a CGTP remeteu para os sindicatos sectoriais&quot;
 
Em que mundo vives?!!...se calhar no utópico mundo do Eng.º José Pinto de Sousa.

Mas o melhor será consultar certas paragens, para ver o tempo que faz na terra:

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&amp;id=383672

http://www.rgemonitor.com/

http://economico.sapo.pt/noticias/mundo-enfrenta-nova-recessao_68080.html


Tenho dito...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>24 Agosto 2009<br />
Economia    </p>
<p>&#8220;Falências de Verão ameaçam emprego</p>
<p>Acções de insolvência disparam e o pior está para vir, alertam especialistas<br />
O receio de que muitas empresas não abram depois das férias de Verão assola os portugueses. Só em Julho, contabilizam-se 128 falências e 308 pedidos de insolvência. A tendência não é nova, mas este ano os especialistas temem o pior.</p>
<p>Os dados avançados ao JN pela Coface Portugal revelam que em Julho deste ano faliram mais 28 empresas do que em igual período de 2008 &#8211; mais 28% &#8211; e que entraram mais 100 pedidos de insolvência (pelos próprios, apresentada; ou por terceiros, requerida). Planos de insolvência, isto é, com vista à recuperação da empresa, há apenas a registar dez (menos três face a Julho de 2008).</p>
<p>Dados que confirmam as piores expectativas dos especialistas. Ao JN, o economista Luís Bento disse acreditar que &#8220;muitas empresas que nos últimos meses tentaram sobreviver, endividando-se e reestruturando pessoal, vão verificar que vão ter que fechar as portas, porque se mantêm os problemas de tesouraria, com clientes que não pagam e com a banca a não dar apoio&#8221;.</p>
<p>Para o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Francisco van Zeller, &#8220;os sectores que mais sofrem com os atritos da concorrência também terão sérias dificuldades&#8221;. Explicando que em alguns casos &#8220;são microempresas que podem reabrir&#8221; mas, noutros, como o segmento &#8220;dos componentes automóveis, se fecharem o caso será muito mais sério&#8221;,</p>
<p>Luís Bento vai mais longe e vaticina um grande problema &#8220;caso se cumpram os 15 dias de &#8216;lay-off&#8217; da Autoeuropa em Outubro &#8211; 40 das 42 empresas que compõem o 1.º anel à volta da empresa fecham as portas&#8221;.</p>
<p>Sem futurologia, os números praticamente confirmam as teorias (ver info) uma vez que é o no sector da indústria transformadora que se registam mais insolvências (39), logo seguido pela construção (27) e comércio a retalho (17). Tendo em conta estes três sectores, e os últimos cinco anos, verifica-se que são as áreas onde se registaram mais falências nos meses de Verão desde 2004.</p>
<p>Já no que diz respeito a pedidos de insolvência, entra em contabilidade um quarto sector &#8211; os serviços registam 40 pedidos de insolvência. Sectores que são igualmente apontados por Luís Bento como os mais críticos: &#8220;Basta ver o vestuário, ou têm algum valor acrescentado para exportar ou terão muitas dificuldades, o mesmo acontecendo com o calçado, e mesmo assim basta ver a Aerosoles, que tem esse valor acrescentado e está com sérias dificuldades&#8221;.</p>
<p>O economista acrescenta ainda um outro dado, &#8220;já verificável em Agosto &#8211; o encerramento de microempresas de turismo, que nem esperam pelo fim de Agosto, nota-se no Algarve e percebe-se com o aumento do desemprego na Madeira&#8221;.</p>
<p>Mas o país não é todo igual e há distritos que se destacam no número de insolvências declaradas (que corresponde ao início do processo, podendo ditar ou não o fecho da empresa). É o caso do Porto, que em Julho já registava 31 falências, mais 21 do que em período homólogo. E nos últimos cinco anos foi mesmo o distrito que mais falências teve, num total de 92 para o mesmo espaço temporal. Segue-se Braga com 29 falências declaradas (mais 12) e depois Lisboa num total de 16 insolvências &#8211; menos 20 do que em Julho de 2008.</p>
<p>O JN contactou as inter-sindicais no sentido de perceber se tinham alguma estimativa de encerramentos para o período pós-férias. A UGT lamentou que a Segurança Social não lhes forneça os dados, enquanto a CGTP remeteu para os sindicatos sectoriais&#8221;</p>
<p>Em que mundo vives?!!&#8230;se calhar no utópico mundo do Eng.º José Pinto de Sousa.</p>
<p>Mas o melhor será consultar certas paragens, para ver o tempo que faz na terra:</p>
<p><a  href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#038;id=383672" rel="nofollow">http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#038;id=383672</a></p>
<p><a  href="http://www.rgemonitor.com/" rel="nofollow">http://www.rgemonitor.com/</a></p>
<p><a  href="http://economico.sapo.pt/noticias/mundo-enfrenta-nova-recessao_68080.html" rel="nofollow">http://economico.sapo.pt/noticias/mundo-enfrenta-nova-recessao_68080.html</a></p>
<p>Tenho dito&#8230;</p>
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