Do arquivo mensal:

Junho 2009

MOMENTO TRISTE PARA AROUCA

por Pedro Sousa em 26 de Junho de 2009

em Arouca

Faleceu Mafalda Valente, a “Mafaldinha do Patronato”

Durante décadas, a Mafaldinha dedicou a sua vida à instituição, que entratanto se transformou no Centro de Promoção Social Rainha Santa Mafalda de Arouca

in www. rodaviva.pt

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GATO ESCONDIDO COM O CORPO TODO DE FORA

por Pedro Sousa em 26 de Junho de 2009

em País

Cavaco “alimenta” oposição a Sócrates

Ontem, Cavaco Silva não ficou calado, como era habitual na primeira metade do seu mandato, e com um pedido público de transparência no negócio entre a PT e a TVI contribuiu para alimentar a polémica em que José Sócrates está enredado.

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A Dra. Manuela agradeça toda a ajuda possível

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MOMENTO HUMOR LARANJA

por Pedro Sousa em 25 de Junho de 2009

em País

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O ELOGIO QUE VEM DE FORA

por Pedro Sousa em 25 de Junho de 2009

em País

American classrooms need to enter the 21st century. Thousands of teachers agree. Earlier this year, several important educational groups urged the president and Congress to spend nearly $10 billion to improve technology in the classroom, and ensure teachers know how to use computers most effectively.

To show the way, I suggest the president take a look at a modest country across the Atlantic that’s turning into the world leader in rethinking education for the 21st century.

That country is Portugal. Its economy in early 2005 was sagging, and it was running out of the usual economic fixes. It also scored some of the lowest educational achievement results in western Europe.

So Prime Minister Jose Socrates took a courageous step. He decided to invest heavily in a “technological shock” to jolt his country into the 21st century. This meant, among other things, that he’d make sure everyone in the workforce could handle a computer and use the Internet effectively.

[...]

Teachers often feel that this is the only way to teach a large classroom of kids, and yet the classroom in Portugal shows that giving kids laptops can free the teacher to introduce a new way of learning that’s more natural for kids who have grown up digital at home.

First, it allows teachers to step off the stage and start listening and conversing instead of just lecturing. Second, the teacher can encourage students to discover for themselves, and learn a process of discovery and critical thinking instead of just memorizing the teacher’s information. Third, the teacher can encourage students to collaborate among themselves and with others outside the school. Finally, the teacher can tailor the style of education to their students’ individual learning styles.

It’s not easy to change the model of teaching. In fact, this is the hard part. It’s far easier to spend money, as Portugal did, to put Internet into the classroom and equip the kids with laptops. ( By now, half of high school students now have them, as do four in 10 middle school students.)

Yet Portugal has been careful to invest in teacher training to capitalize on the possibilities of the laptops in schools. They’re also thinking of creating a new online platform to allow teachers to work together to create new lessons and course materials that take advantage of the interactive technology. Through this collaboration, the Portuguese school system will create exciting new online materials to educate children

[...]

Yet Portugal is on a campaign to reinvent learning for the 21st century. The technology is only one part of that campaign. The real work is creating a new model of learning.

I believe this could help the U.S. revive students’ interest in school and perhaps keep them in school long enough to graduate, and even go to college. It would be a substantial investment. It’s estimated that the total cost of giving a computer to each student, including connection to networks, training, and maintenance, is over $1,000 per year.

Yet after seeing the promise of the exciting classrooms in Portugal, I’m convinced it is worth it. Your child should be so fortunate.

in www.huffingtonpost.com escrito por Don Tapscott “[..]the author of 13 books about new technologies in business and society, most recently Grown Up Digital. He is Chair of the nGenera Insight think tank, and an Adjunct Professor at the Rotman School of Management, University of TorontoDon

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Interrupção voluntária do TGV

por Pedro Sousa em 25 de Junho de 2009

em País

A Alta Velocidade era, já nos anos 90, uma necessidade estratégica, num quadro de integração europeia. Portugal não podia ficar passivo no seu papel de país periférico. Um facto que devia ter entrado a Ferreira do Amaral pelos olhos dentro. O “Mário Lino de Cavaco” cometeu o erro estratégico de, em tempo de vacas gordas, não ter avançado para o projecto que teria sido o da sua vida.
[...]
O comportamento do PSD, em matéria de TGV, é inaceitável e tem todas as marcas da incompetência, da demagogia e do oportunismo. O que não faz justiça ao PSD, partido reformista e de obra feita. O PSD cometeu três erros, que não reconhece e de que não se arrepende ou envergonha. Primeiro, não avançou com o TGV quando podia e devia. Segundo, assinou com Espanha um “contrato” discutível, que subalterniza o País. Finalmente, desrespeita as suas próprias assinaturas – e está lá a de Manuela Ferreira Leite como ministra das Finanças… – na luz verde ao projecto, pretendendo fazê-lo parar só porque acha que isso coloca dificuldades a Sócrates e rende votos “laranja”. Sem qualquer sentido de pedagogia cívica, guiado por uma ética vesga e um oportunismo saloio, o PSD renega por três vezes, como São Pedro, a alta velocidade que, embora tarde e a más horas, havia apoiado. É por isso que, na mercearia partidária, ganham os campeões da pequena história.

in Visão nº 850

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O GRUPO DOS 28 ECONOMISTAS

por Pedro Sousa em 23 de Junho de 2009

em País

Juntam-se 28 economistas (de gabarito, afiançam-me…) para salvar Portugal.
E a única ideia que conseguem parir é PAREM TUDO.

Eis uma ideia brilhante. Mesmo sem ser economista, também consigo dizer PAREM TUDO.
Quando se trata de fazer, aí é que começo a ter mais dificuldade. Pelos vistos, os economistas, mesmo os mais eminentes, também.

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Ora, posto o assunto nestes termos, quem não estará de acordo? Sobram, no entanto, algumas questões. A primeira delas é: mas os Governos têm andado a brincar aos comboios de alta velocidade com os dinheiros dos contribuintes? É que a decisão tem vindo a ser ratificada por sucessivos Executivos de cores diferentes. Exemplo: na Cimeira Luso-Espanhola (XXI) de Évora, em 18 e 19 de Novembro de 2005 (Governo Sócrates), foi reafirmado, pelo Governo português, o compromisso de manter todas as ligações internacionais em Alta Velocidade anteriormente assumidas nas Cimeiras da Figueira da Foz (XIX) e de Santiago de Compostela (XX), realizadas em Novembro de 2003 (Governo Durão Barroso) e Outubro de 2004 (Governo Santana Lopes): Lisboa-Madrid, Porto-Vigo, Aveiro-Salamanca e Faro-Huelva.

Bom, mas admitindo que os Governos sabiam o que estavam a fazer, podemos nós colocar-nos agora fora da Rede Europeia de Alta Velocidade? Vejamos. Em 29 de Abril de 2008 o Parlamento Europeu e o Conselho Europeu aprovaram um conjunto de 30 projectos prioritários, no qual se incluem: o Eixo Ferroviário de AV do Sudoeste Europeu, que integra as ligações Lisboa-Porto, Aveiro-Salamanca, Lisboa-Madrid e as ligações de Madrid às linhas de Alta Velocidade francesas Paris-Tours e Paris-Lion-Marselha/Nîmes; e o projecto Interoperabilidade Ferroviária de AV na Península Ibérica, onde se inclui a ligação Porto-Vigo. Podemos saltar fora destes compromissos? Ou apenas adiá-los?

É que, para os que estão distraídos, os transportes ferroviários são a grande aposta da União Europeia para o século XXI. Na verdade, em 2020 a Rede Transeuropeia de Transportes terá uma extensão total de 94.000 km de ferrovia, incluindo cerca de 20.000 km de linhas de alta velocidade. Este objectivo implica a construção de 12.500 km de novas linhas de caminho-de-ferro e a modernização de 12.300 km. Quando estiver concluída, espera-se uma redução de 14% no congestionamento rodoviário e uma redução anual de 4% das emissões de CO2.

Última nota: a linha Madrid-Sevilha dá dinheiro. Madrid-Barcelona regista um tráfego colossal. Os franceses vão duplicar a linha Paris-Lyon e vão investir mais 14 mil milhões em novas linhas. Ou seja, há vários países a concretizar os seus projectos: Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, Itália, Holanda, Suécia, Grécia, Suíça, República Checa… m0y5zca78q9ajcah64guhca7nucvucav6z3ebca78jvnsca02r41icai17ewwcaw6lfqeca9xqrrpcadn9dc0caf0dscvcaoemr3ecay3r3y5cahf9uphcarfbhyacaazz93icagd32macaqz4asf

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PORQUE É PRECISO UMA NOVA MAIORIA?

por Pedro Sousa em 23 de Junho de 2009

em País

Porque em 35 anos de democracia tivemos…. 28 GOVERNOS. SIM, 28… dois oito. Uma média de duração de 10 meses cada um.

E depois dizem-me que não deve haver maiorias??

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SITES RENOVADOS (E BEM)

por Pedro Sousa em 23 de Junho de 2009

em Arouca

nova-imagemwww.rodaviva.pt

 

qwer

 

www.arouca.biz

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ENTREVISTA JSD

por Pedro Sousa em 23 de Junho de 2009

em Arouca

Porque prezo os almoços de família ao Domingo, vou-me abster de comentar a entrevista do líder da JSD ao “Discurso Directo”.

…mas que havia vontadinha, isso havia!! :D :D :D

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É COMO O PROVEDOR…

por Pedro Sousa em 22 de Junho de 2009

em País

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