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Sábado, Novembro 8, 2008

Podiam ser 500 mil

por Pedro Sousa em 8 de Novembro de 2008

em País

Neste momento seria muito mais cómodo para mim ficar calado e não mostrar a minha solidariedade para com a Ministra da Educação, mas esses calculismos não me assentam bem. A manifestação hoje realizada teve muitos muitos professores, mas isso não quer dizer que a ministra não tenha razão. Talvez os professores estejam a ser penalizados agora pela passividade que revelaram no passado recente, em que as avaliações eram uma farsa. Nunca houve um mecanismo de distinguir um bom de um mau professor. Todos chegavam rapidamente ao topo da carreira independentemente do seu empenho ou capacidade.

Muitos professores denunciam que o sistema de avaliação é muito burocrático, mas essa é a sua versão dos acontecimentos, e o que diz o outro lado?

P: Quantos instrumentos de avaliação existem? É um processo muito burocrático?

R: A avaliação de desempenho prevê três fichas obrigatórias: a ficha de auto-avaliação, a ser preenchida pelo professor avaliado; a ficha de avaliação científico-pedagógica, a ser preenchida pelo professor coordenador de departamento, e a ficha de avaliação da participação em actividades escolares, a ser preenchida pela direcção executiva. Cada professor avaliado preenche, por isso, apenas uma ficha, a de auto-avaliação. As escolas têm total liberdade de elaborar outros instrumentos de registo de informação que considerem relevante para efeitos da avaliação do desempenho, que devem ser simples e claros.

P: Porque não se simplifica o processo de avaliação?

R: O sistema de avaliação procura incidir sobre todas as dimensões da actividade dos professores nas escolas. A existência de instrumentos de recolha e registo, de fichas de avaliação e de regras e procedimentos constitui uma necessidade essencial para garantia do rigor e da equidade do processo e para defesa dos avaliadores e dos avaliados.

É necessário e possível simplificar o processo de avaliação, e isso pode e deve ser feito no quadro da autonomia de cada escola.

P: Quem elabora os instrumentos de avaliação? Quem controla a qualidade das fichas?

R: Os instrumentos de registo para efeitos da avaliação do desempenho docente são elaborados e aprovados pelos Conselhos Pedagógicos das escolas, tendo em conta as recomendações que forem formuladas pelo Conselho Científico para a Avaliação de Professores. Cada escola e o conjunto dos seus professores têm, por isso, autonomia para definir o que é observado e avaliado. A qualidade das fichas é controlada pelos professores no Conselho Pedagógico.

Via site do Ministério da Educação

a autoria deste post é do blog farpasdamadeira.blogspot.com

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Quando foi aprovado o novo estatuto do aluno, o PSD acusou o PS de facilitismo. Que agora era faltar à fartazana, cada um faltava o que queria ou, como disse o deputado Emídio Guerreiro “Há um grande cuidado do PS em facilitar a vida aos alunos faltosos, mas fica completamente esquecida qualquer mensagem aos alunos cumpridores, que agora não têm qualquer estímulo“.

Agora, os alunos fizeram um protesto descrito assim ”Os estudantes reclamaram hoje o direito a faltar e criticaram a obrigatoriedade da realização de uma prova de recuperação, independentemente das ausências serem justificadas ou injustificadas.

Então em que ficamos? A FENPROF já se apercebeu disto ou alguém vai ter também de lhes explicar?

O PS promove o facilitismo ou não?

Alvissaras a quem encontrar uma posição do PSD que não seja uma posição e o seu contrário, num período de 2 meses.

Se acrescentarmos aqui a questão da Manifestação dos Professores, sugiro a leitura deste post “A Dr.ª Manuela também vai aparecer à porta das fábricas?” onde mais uma vez, Manuela Ferreira Leite defende um coisa e o seu contrário em menos de um ano. Mesmo para quem não quer falar do passado, um ano é muito pouco tempo!!

É esta a alternativa para o Governo do País?

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Sete alunos da Escola EB 2,3 de Paredes entraram, esta sexta-feira, no Hospital Padre Américo do Vale do Sousa para uma intoxicação alcoólica. O grupo havia faltado às aulas para uma bebedeira colectiva.

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Desde ontem, os munícipes de Arouca podem tratar dos actos relativos à compra de casa, ou de outros assuntos relacionados com a habitação, de forma “mais simples, mais barata e com mais segurança”. João Tiago Silveira, secretário de Estado da Justiça, inaugurou o serviço “Casa Pronta”, que passou a funcionar na Conservatória do Registo Predial de Arouca.

aqui: http://www.diarioaveiro.pt:80/main.php?mode=public&template=frontoffice&srvacr=pages_13&id_page=5192

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