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A prova de que a Função Pública não trabalha…

por Pedro Sousa em 9 de Janeiro de 2008

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alerta dado aqui: http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/

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Um relatório, duas leituras…

por Pedro Sousa em 9 de Janeiro de 2008

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Foi hoje publicado o Boletim Económico/Inverno 2007 do Banco de Portugal. Comparem-se as primeiras notícias sobre o teor deste documento:

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Os fechos dos SAP…

por Pedro Sousa em 4 de Janeiro de 2008

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[...]Os serviços que fecharam, como muito bem tem explicado incessantemente o senhor ministro da saúde, têm vindo a perder os seus utentes regularmente, mesmo perante a continuada persistência dos serviços do Estado no local. Convém lembrar isto, que é para não se dizer no futuro que foi depois de os serviços do Estado desaparecerem que os utentes começaram a fugir direitos a Almada.

Há, depois, a questão [...]: as pessoas que vivem nos subúrbios do litoral, e aqui falo dos subúrbios de Lisboa. Onde moro havia um SAP (Serviço de Atendimento Permanente)  a que eu recorria uma vez por mês. Normalmente chegava lá à meia noite e era atendido 5 horas depois (estava apenas com uma crise de asma, podia esperar). Quando estava de férias em Vila Real de Santo António chegava ao SAP e via um médico e uma enfermeira a jogar gamão, jogo que eu depois aprendi a jogar com eles enquanto tomava a minha dose de oxigénio.

Tudo isto é naturalíssimo e tem fixado as populações em Vila Real de Santo António. O que é estranho é que o contraste entre os péssimos serviços do Estado de Almada e os maravilhosos serviços de Vila Real de Santo António não tenham “desfixado” as populações de Almada, onde a minha mãe e o meu pai, por exemplo, continuaram a viver até há 6 anos atrás, depois de terem fugido do SAP de Vila Real de Santo António assim que casaram.

[...] mais grave, para mim, que pensar no Estado como um  promotor de movimentos de populações no território nacional por questões esotéricas como a da ”soberania” (a Suécia ou o Canadá, que têm quase toda a população encostada à periferia dos seus territórios, são menos “soberanos” por causa disso?), é [...outros] não perceberem porque é que as pessoas se vão embora das terras do interior português em direcção ao litoral e, principalmente, às duas grandes metrópoles portuguesas.

Não é uma questão que mistura atraso económico com ajuste estrutural necessário e benéfico (vinte e tal por cento da população activa na agricultura há poucas décadas atrás). Não é uma vontade, um cálculo deliberado e pensado. Não é um esforço e um sacrifício. Não pode ser um acto cultural e um alívio. Nunca será um movimento consciente e muito desejado por gerações. Não é, não poderá jamais ser, um prazer e um desejo tornado realidade. Não é nada disto nem muitas outras coisas que agora não estou para pensar.

É apenas um fenómeno que o Estado, erradamente, não soube evitar através da manutenção escolas abertas com 3 alunos por ano (e turmas de 35 em Lisboa) e SAPs abertos com três utentes por médico por dia (e dezenas e dezenas em Almada).”

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 “Hoje deixo aqui uma palavra de estímulo e compreensão para com os ministros da Saúde e das Finanças. O encerramento das maternidades é, com uma ou outra excepção, uma medida irrebatível.”

Luís Filipe Menezes, Correio da Manhã, 11 de Maio de 2006

Recordado e bem aqui: http://www.corporacoes.blogspot.com/

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A SMS natalícia de 2007

por Pedro Sousa em 23 de Dezembro de 2007

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Este ano não há presépio:

- A vaca está louca e não se segura nas patas;

- Os reis magos não podem vir porque os camelos estão no Governo;

- O burro está a treinar o Benfica

- A Nª Sra e S. José foram meter os papéis para o Rendimento Mínimo;

- A ASAE fechou o presépio por falta de condições

- O tribunal de menores ordenou a entrega do menino Jesus ao pai biológico.

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os burocratas oinc! oic!

por Pedro Sousa em 20 de Dezembro de 2007

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A Câmara Municipal de Alcácer chamou a Direcção Geral de Veterinária tiveram de pedir apoio ao Exército para intervir numa exploração ilegal de suinicultura que foi abandonada, deixando a morrer mais de uma centena de animais. Cerca de 50 foram encontrados mortos e tiveram de ser incinerados numa vala no local. Os outros foram abatidos. A DGV sabia há sete anos da existência desta exploração ilegal. Lopes Jorge, da DGV, justifica porque não fora fechada: nunca tinha sido legalizada. A veterinária municipal Antonieta Santosfoi deu a mesma justificação: “Nunca foi mandada fechar porque, oficialmente, nunca abriu.”

Eu adoro o meu país. Agora já sei. Se eu quiser manter um estabelecimento ilegal sem que ninguém me feche as portas, o segredo é nunca legaliza-lo. Se não existe no papel, não existe. E deste ponto de vista, quem pode contrariar estes senhores? De facto, o que nunca abriu dificilmente pode fechar. Que as nossas cabeças um pouco suínas não percebam todos os impasses existenciais com que um burocrata se depara é absolutamente normal. Não merecemos esta gente. São pérolas a porcos.

daqui: http://arrastao.org/cromos/porcos-burocratas-e-outras-questoes-filosoficas/

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Um líder à deriva…

por Pedro Sousa em 12 de Dezembro de 2007

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Menezes não respeita a coerência. É presidente da segunda câmara mais endividada do país. Menezes não assume responsabilidades. As finanças da cidade estão no estado em que estão graças à gestão de Santana Lopes e Carmona Rodrigues. Menezes não respeita os eleitores.

daqui: http://arrastao.org/

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Sobre a cimeira UE-África

por Pedro Sousa em 6 de Dezembro de 2007

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«[Portugal é] o sítio ideal para uma cimeira UE-África na medida em que acaba por construir território neutro: isto nem é bem Europa nem é exactamente África, embora esteja próximo das duas. Assim é que é bonito: toda a gente se sente em cada.»

Ricardo Araújo Pereira na Visão.

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No momento…

por Pedro Sousa em 5 de Dezembro de 2007

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Custa-me sempre escrever estas coisas, pois quem sou eu comparado com as pessoas que refiro, mas torna-se doloroso ver a quantidade de banalidades e generalidades sem consequência que Pacheco Pereira está a dizer na “Quadratura do Cìrculo”, na Sic-Notícias sobre o empréstimo da Câmara de Lisboa.

Longe de outros tempos do fulgor opinativo de JPP

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O Governo a fazer um excelente trabalho!

por Pedro Sousa em 4 de Dezembro de 2007

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ESTÁ A CORRER BEM…
A taxa de desemprego em Portugal em Outubro foi de 8,2 por cento, corrigiu hoje à o gabinete oficial de estatísticas das comunidades europeias, Eurostat, que ao início do dia apontara um valor de 8,5 por cento.
Se num só dia conseguiram baixar a coisa em 0,3%, em três meses já está tudo a trabalhar.

daqui: http://marretas.blogspot.com/2007/12/est-correr-bem.html

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