De todos os noticiários da RTP aquele que mais subserviente é com o governo é o das 13 horas. De tal modo algumas peças são de serviço ao governo, que o noticiário das 20 horas , com mais audiência e exposição, não as passa.
http://abrupto.blogspot.com/2008/12/boas-ms-pssimas-coisas-na-comunicao.html
Ou seja, a RTP é subserviente, mas nem tanto… o Governo apenas quer controlar os noticiários pequeninos e com pouca exposição.
De rir!!!
Ainda não acredito num dos exemplos que o Presidente da República deu para vetar a nova lei do divórcio:
“Numa situação de violência doméstica, em que o marido agride a mulher ao longo dos anos é possível aquele obter o divórcio independentemente da vontade da vítima de maus tratos”.
Estou mesmo a ver… a mulher espancada indignada porque o marido pede o divórcio!!!
Boliqueime terá grande indices de poluição atmosférica que mexa com o raciocínio?
O sinal que se dá é duplamente errado: ou se indicia que as polícias tem receio de usar meios mais duros para repor a lei, porque isso as coloca como alvo de críticas, em vez dos malfeitores, como infelizmente acontece todos os dias; ou o Ministro resolveu envolver-se numa acção policial ultrapassando a cadeia de comando, para vir tirar louros do que aconteceu. Se a coisa tivesse corrido mal, certamente a intervenção ministerial não seria publicitada.
Sobre o que aconteceu no BES, JPP faz esta entrada no seu blog onde, a certo passo, faz um género de previsão. Se corresse mal, diz, ”certamente a intervenção não seria publicitada“. E já agora, prof. Zandinga, os números do euromilhões?
Leio isto:
Violência doméstica já matou mais este ano (31 mulheres)
e depois isto
O Presidente invoca [no veto à nova lei do Divórcio] que, com o novo regime, o agressor pode retirar vantagens, como a possibilidade de obter o divórcio independentemente da vontade da vítima.
Ora, este exemplo padece de dois problemas. Primeiro, a violência doméstica tem consagração como crime e é nessa sede que deve ser punida, não em matéria de divórcio.
Segundo, a ideia que o Presidente parece querer transmitir é a de que a dificuldade na obtenção do divórcio deveria funcionar como uma espécie de sanção para as agressões perpetradas. Do género: “Bateste no cônjuge? Então, como paga, agora ficas agarrado ao casamento e daqui não podes sair!”.
Ora, a mim parece-me que — bem pelo contrário — quem reiteradamente agride o cônjuge deveria provavelmente ser afastado do casamento e não forçado a nele permanecer. Qual o interesse em dificultar o divórcio a quem bate no cônjuge? (via Corporações)
Elísio Amorim, deputado do PS pelo círculo de Aveiro, foi um dos principais organizadores do jantar que um grupo de deputados ofereceu a Pinto da Costa na Assembleia da República no passado mês de Maio. É também o vice-presidente do CJ da Liga e abandonou a reunião do dito CJ quando percebeu que Pinto da Costa ia ser suspenso por dois anos. Naturalmente: então convida-o para jantar na AR e depois condena-o por tentativa de corrupção?
Se isto é assim agora, com todos os holofotes e com toda a “perseguição”, imaginem como era antes.
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Parece que os companheiros de António Gonçalves Pereira não acharam piada à esperteza do homem: quis acabar com a reunião do CJ da Liga porque o Boavista e o FCP iam levar na carola. O “homem” é presidente do CJ da Liga e… vereador de Valentim Loureiro.
daqui: http://marsalgado.blogspot.com/
Um animal que agrediu um bebé de 2 anos e transformou essa criança num “morto-vivo” (cego, surdo e tetraplégico) foi condenado a 7 anos de prisão.
ANDA TUDO TOLO???? 7 anos???
Provavelmente (e por muito chocante que possa parecer), mais valia a criança não ter sobrevivido. Estaria melhor com os Anjos. O animal que a agrediu estaria mais anos no “inferno” que é a prisão.
Não consigo… não consigo deixar de manifestar também o meu lado animal quando espero que os colegas de cela lhe lembrem todos os dias da barbárie que ele cometeu!! É muito difícil, nestas alturas, não querer de volta a pena de morte.
Digo sem vergonha… é o primeiro post que faço com lágrimas nos olhos!
In January 2008 I brought an action against the Prime Minister and the Foreign Secretary, in which I sought a judicial review of their refusal to hold a referendum on whether the Lisbon Treaty should be ratified. I obtained a judicial review. The hearing was on 9 and 10 June. Judgement was reserved.
Se a moda pega… aqui: http://www.stuartwheeler.co.uk/
«Os custos com as dívidas incobráveis da electricidade vão passar a ser pagos por todos os consumidores. Hoje, é a EDP Serviço Universal que assume os encargos totais dessas dívidas. Mas a proposta da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) para o próximo período regulatório de 2009/11 prevê que os encargos com esses compromissos passem a ser partilhados com os consumidores de electricidade a partir do próximo ano, nas tarifas de electricidade.»
Clientes vão pagar dívidas incobráveis