DESAFIOS DO PS

por Pedro Sousa em 15 de Abril de 2012

em País

“É muito importante que o PS, como partido de esquerda e garante de uma forma humanista de olhar para a sociedade, dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, obreiro da tolerância e do respeito democráticos, defensor da modernidade e do bem-estar social, se prepare para ser chamado a governar, de novo, em circunstâncias de grande revolta social e penúria económica.

A subida desta maioria ao poder foi resultado, para além de vários erros do governo anterior, como é óbvio, de campanhas de manipulação informativa, de coligações de interesses que se vai mostrando, à medida que se percebem as falsidades de que o governo se serve para impor o seu modelo económico e social. À medida que o tempo passa vão-se desvendando as consequências da política seguida. Se, tal como tantos tinham avisado e como, parece que já o Primeiro-ministro reconhece, o além do memorando não resultar, será muito provável que a agitação e a instabilidade, frutos do desemprego, pobreza e falta de perspectivas de futuro, provoquem a rotura da coligação governamental e a necessidade de novas eleições.

É indispensável que o PS se defina como alternativa, explique o que faria diferente, mesmo respeitando os acordos com os credores, o que reivindicariam e qual a capacidade para conseguir mudar, nacional e internacionalmente, esta Europa imperial.”

Sofia Loureiro dos Santos

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1 inquieto 17 de Abril de 2012 às 9:12

carissímo,

as matérias sociais que tão caras vos são, deram cabo de vós, e de nós darão no futuro!!

Pedro, diz a essa menina e a todas as outras que não haverá estado social, nunca, sem estado económico a funcionar, pelo menos, igual á média daqueles com que nos relacionamos!

Se alguém me provar coisa diferente,… podes trazer o cepo!

um abraço
inquieto

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