PALAVRA DA SALVAÇÃO

por Pedro Sousa em 13 de Abril de 2012

em País

“Num momento particularmente difícil o Governo propõe-se mais uma vez restringir o acesso aos apoios sociais, particularmente aos desempregados.” (1)

“Revela uma imensa insensibilidade social, especialmente quanto aos idosos, ultrapassa o limite dos sacrifícios que podem ser impostos aos portugueses e demonstra falta de equidade fiscal e social na distribuição das dificuldades.” (2)

“Não ataca os problemas de frente e prefere atacar a despesa social, atacando sempre os mesmos, os mais desprotegidos. Mantém a receita preferida deste Governo: a solução da incompetência. Ou seja, se falta dinheiro, aumentam-se os impostos.” (3)

“Apenas castiga os portugueses e não dedica uma única linha para o crescimento da economia. O que não se aceita é a falta de um rumo, da esperança que devolva o bem-estar aos portugueses e que promova a convergência real com os restantes cidadãos europeus.” (4)

“Mais uma vez o Governo recorre aos aumentos de impostos e cortes cegos na despesa, sem oferecer uma componente de crescimento económico, sem uma esperança aos portugueses.” (5)

“Sendo evidente que Portugal precisa de proceder a um ajustamento orçamental, reduzindo o défice nos termos dos seus compromissos internacionais, entende-se que o caminho escolhido pelo Governo é errado e não trará ao País a necessária recuperação económica.” (6)

“A essa realidade junta-se ainda a incapacidade em suster o aumento galopante do desemprego e do endividamento do País.” (7)

“O Governo recusa-se a dizer aos portugueses qual a verdadeira situação das finanças públicas nacionais.” (8)

“Os resultados que se atingiram tiveram o condão de se fundar ou no sacrifício das pessoas e das empresas – suportado pelo aumento asfixiante da carga fiscal – ou no recurso a receitas extraordinárias.” (9)

“As medidas tiveram efeitos recessivos na economia e não trouxeram qualquer confiança aos mercados.” (10)

“Portugal é o único país da Europa que não vai crescer. Não pode, por isso mesmo, o Governo afirmar que a culpa é da “crise internacional”, como insistentemente afirma para tentar enganar os portugueses.” (11)

“É o Governo que desmente o próprio Governo.” (12)

“A credibilidade, uma vez perdida, é extremamente difícil de recuperar.” (13)

1, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 11 – moção de rejeição do PSD ao PEC 2011/2014.

2, 6, 10, 12, 13 – moção de rejeição PP ao PEC 2011/2014.

O chumbo por toda a oposição do Programa de Estabilidade e Crescimento, em 23 de março de 2011, determinou a demissão do Governo e o pedido de ajuda financeira.

Fernanda Câncio

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1 inquieto 17 de Abril de 2012 às 9:04

olá

caros, voltei!

de fugida, mas voltei!!

até já concordo com algumas das penúrias…

não estava esperando as mesmas!!

mas, desse partido enorme, ainda não vi uma úcica alternativa!

escrita!! pq da boca para fora todos me enganam!!

um abraço
inquieto

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