Do arquivo mensal:

Setembro 2011

CÂMARA DISPONIBILIZA IMAGENS 3D DA PRAÇA BRANDÃO VASCONCELOS

por Pedro Sousa em 14 de Setembro de 2011

em Arouca


Com o objectivo de dar a conhecer com mais profundidade o projecto da Regeneração Urbana, a Câmara Municipal de Arouca tornou públicas algumas maquetas a três dimensões da Praça Brandão de Vasconcelos

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EDUCAÇÃO = INVESTIMENTO QUE VALE A PENA

por Pedro Sousa em 12 de Setembro de 2011

em Arouca

A Câmara Municipal aproveitou da melhor forma as oportunidades que foram disponibilizadas às autarquias para melhorar o parque escolar.

Aprovada que foi a Carta Educativa – que, reconheça-se, precisa de ser revista – lançou-se num investimento jamais visto em Arouca.

Mais um pólo inaugurado, desta feita o de Chave. Crianças, professores, auxiliares e pais devem estar orgulhosos e satisfeitos com a obra feita.

Parabéns à Câmara Municipal por ter decidido, desde cedo, que o investimento na educação é um investimento que vale a pena.

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EMPRESAS MUNICIPAIS EM AROUCA?

por Pedro Sousa em 12 de Setembro de 2011

em Arouca

Ao ouvir falar da fusão/extinção de empresas municipais, lembro-me que ainda sou do tempo do PSD Arouca propôr uma empresa municipal para o turismo

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“Nuno Crato não sabe o que é uma escola”

por Pedro Sousa em 11 de Setembro de 2011

em País

Santana Carrilho, o ex-conselheiro de Passos Coelho para a Educação, em entrevista ao Correio da Manhã, arrasa o primeiro-ministro e o governo. É tudo tão evidente que já não escapa a ninguém. Segue uma pequena amostra da entrevista:

- Está satisfeito ou desiludido com a actuação do Governo?
- Profundamente desiludido.

- Porquê?
- Porque me parece evidente que se trata de um Governo genericamente impreparado, designadamente o primeiro-ministro, que revela essa impreparação.

- Além da eventual impreparação, pode haver situações não previstas que alteram as intenções iniciais…
- É evidente que pode pôr em causa, mas também é evidente que, observando aquilo que é feito, vê-se que não há preparação. Veja do ponto de vista económico. O que é que foi dito? Que não iam aumentar impostos. Um político não pode fazer afirmações da maneira assertiva que Pedro Passos Coelho fez sem conhecer a realidade.

aqui

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O PCP A DAR A MÃO AO PSD

por Pedro Sousa em 11 de Setembro de 2011

em País

Sempre foi isso que vi na atuação da FENPROF… o único objetivo de Mário Nogueira era derrubar Sócrates. Não era a educação, não eram nem os alunos nem os professores… foi um arrufo onde ele quis mostrar que “a bola era dele”.
Prova disso, é o que disse agora sobre a avaliação. Não assinou em concordância com a nova avaliação, mas pelos vistos a avaliação agora não é importante, pois o que fez Mário Nogueira no fim da reunião – e depois de se recusar assinar o documento final – foi

«apela[r] a que os professores “virem a página para outros problemas maiores que têm pela frente”.»

Então, agora já não é importante? Já não precisa de uma manifestação gigantesca?
A vergonha é algo que falta a muitos…

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E O DR. PAULO PORTAS, JÁ CUMPRIU?

por Pedro Sousa em 9 de Setembro de 2011

em Arouca

Em Outubro de 2009, foi noticiado assim:

Numa visita ao concelho de Arouca, Paulo Portas revelou esta quarta-feira que se candidata a presidente da Assembleia Municipal de Arouca para ajudar a resolver o problema das acessibilidades num concelho «que está perto do litoral e longíssimo do progresso».

O presidente do CDS-PP, afirmou ainda que vai «dar um bom contributo» e «se necessário um murro na mesa» para que «a questão das acessibilidades se resolva».

Então, já se ouviu o murro no Conselho de Ministros?

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não querem trabalhar…

por Pedro Sousa em 9 de Setembro de 2011

em País

O horror, a tragédia, a malandragem. No Jornal de Negócios dá-se hoje voz à angústia sem fim que devasta o sector do calçado. Os empresários do ramo precisam de mais 1500 pessoas, mas não há em Portugal 1500 pessoas que queiram trabalhar. Entre gritos lancinantes de impotência e desânimo, os nossos criadores de empregos confessam que já tentaram tudo, excepto aumentar salários — porque os salários baixos, evidentemente,não explicam a situação.

Claro.

O que explica a situação é o sol e a praia, a ausência de valores, o colapso das famílias, o tabagismo e o consumo de psicotrópicos, o declínio da fé verdadeira, o aborto livre e a natural propensão para a indolência do barrasco lusitano.

Tudo excepto os salários baixos.

Quatrocentos e oitenta euros por mês, em Santo Tirso, dão lindamente para alugar um T4 e pôr os filhos no colégio. Ao fim de semana joga-se golfe em Arcozelo ou dá-se um saltinho ao Bull & Bear.

Os salários não explicam, portanto. As leis da oferta e da procura funcionam em todo o lado mas são miraculosamente suspensas acima de Valongo, nas fábricas de calçado português. As empresas do mundo inteiro atraem funcionários com salários e regalias, excepto na Chancela & Teresinha, na Natália Lda ou na Tavares & Irmãos. Aí podem lançar à rua libras de ouro ou maços de dinheiro que não aparece ninguém.

Esta situação chocante justifica que o Governo tome uma atitude firme para persuadir os nossos compatriotas a trabalharem um pouco mais. Talvez, enfim, com a subida do IVA, um aumento do preço dos transportes ou o fim das comparticipações nos medicamentos.

Já foi feito? Então mandem a polícia.

roubado do blog Delito de Opinião

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UM BOM EXEMPLO DO SAQUE NA SAÚDE

por Pedro Sousa em 7 de Setembro de 2011

em País

“Macedo nomeia ex-gestor do BPN para estudar cortes”

José António Mendes Ribeiro, presidente da Comissão Executiva do Grupo Português de Saúde entre 2004 e 2007, pertencente à Sociedade Lusa de Negócios, proprietária do BPN, foi o homem escolhido pelo ministro da Saúde para coordenar o grupo de trabalho que tem como objectivo estudar os cortes no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Uma das suas principais tarefas vai ser precisamente propor alterações ao modelo de financiamento dos hospitais, designadamente através de mecanismos que “sejam incentivadores de geração de receita própria”, conforme se lê no decreto de nomeação deste grupo de trabalho, publicado a 24 de Agosto.

O economista tinha já sido nomeado por Luís Filipe Pereira, em 2003, para presidente da Unidade de Missão Hospitais SA, mas acabou por ser exonerado pelo ex-ministro da Saúde de Durão Barroso menos de um ano depois de ter tomado posse, por ter entrado no Grupo Português de Saúde (GPS).

Apesar de um vasto currículo em termos de economia da saúde, a sua gestão no GPS foi bastante contestada. Nesses anos, a empresa do universo do BPN fez grandes aquisições através de empréstimos concedidos pelo próprio banco, como a Imagens Médicas Integradas (IMI) e o British Hospital. E a preços muito superiores aos de mercado: “Duas ou três vezes o seu valor real”, garantiu uma fonte do sector ao i, adiantando que “com certeza o ministro não conhece a biografia da pessoa que nomeou”.

continua aqui

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A cobardia dos líderes da coligação de direita

por Pedro Sousa em 4 de Setembro de 2011

em País

Fernando Madrinha escreveu um artigo no Expresso, intitulado DAR A CARA, que merece ser lido de ponta a ponta. Clicando na foto, lê-se a totalidade. Eis um extracto:

José Sócrates anunciava os PEC pessoalmente, com o ministro das Finanças a seu lado: Passos Coelho manda o ministro apresentá-los e comenta-os à distância. Até mesmo do estrangeiro, como aconteceu desta vez. São duas atitudes que correspondem a estilos de governação diferentes e que revelam, no caso do atual chefe do Governo, a preocupação de se poupar o mais possível. Compreende-se. Este ritmo de más notícias desgasta qualquer um e veremos quanto tempo aguentará o ministro das Finanças, apesar do espírito de missão de que parece imbuído e da frieza com que vai indicando as diferentes etapas para o empobrecimento geral a que estamos condenados.

Pelas gravíssimas implicações que vai ter na vida de todos os cidadãos, o documento de estratégia orçamental 2011-2015 merecia a honra de duas presenças na conferência de imprensa em que foi apresentado na quarta-feira: as de Passos Coelho e Paulo Portas. Foram eles e não Vítor Gaspar que pediram os votos aos portugueses em junho. Foram eles e não Vítor Gaspar que protestaram contra o sistemático castigo fiscal, mas agora o aplicam sem dó nem piedade. Foram eles e não Vítor Gaspar que indicaram os cortes nas gorduras do Estado como panaceia redentora, parecendo saber exatamente o que fazer assim que chegassem ao poder, mas tardando agora em impor a correspondente dieta.

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AS FRASES ESCRITAS POR PASSOS COELHO

por Pedro Sousa em 4 de Setembro de 2011

em País

“Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”
“Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.”
“Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.”
“Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.”
“Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.”
“O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.”
“Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.”
“Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”
“Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.”
“Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”
“Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.”
“O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.”
“Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.”
“Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.”
“Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.”
“A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.”
“A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.”
“Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota”
“O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.”
“Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.”
“Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?”

Conta de Twitter de Passos Coelho, iniciada a 6 de Março de 2010. O último tuite transcrito é de 1 de Junho de 2011

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